NA MÍDIA

Grupo se especializa em lançar empresa em área pouco explorada

Holding traz modelos de negócio internacionais para o Brasil Em 2010, após anos morando no Vale do Silício, nos Estados Unidos, o ex-executivo da Microsoft Marco de Mello, 42, voltou para o Rio de Janeiro com uma intenção: fundar uma aceleradora de empresas iniciantes de tecnologia. Na bagagem, dinheiro arrecadado com fundos de investimento norte-americanos - RedPoint eVentures, BV Capital, Index Ventures, Pinnacle Ventures- e dois sócios dos EUA.

Foi assim que nasceu o Grupo Xangô, uma holding que cria e acelera start-ups (empresa iniciante de base tecnológica) em nichos pouco explorados no Brasil. Com escritórios no Rio, em São Paulo e em Florianópolis, a companhia abriga em seu guarda-chuva três empresas e 90 colaboradores. "De olho no crescimento da economia e no aumento do mercado de tecnologia, percebi que era hora de trazer produtos digitais e modelos de negócios ainda não existentes aqui", diz Mello, que trabalhou por dez anos na gigante de tecnologia. ALVOS A primeira criação, a PSafe, oferece serviços de antivírus e compartilhamento de dados. São 24 milhões de usuários no Brasil e 1 milhão de cadastrados na versão lançada em espanhol. Eles também compram ideias. A Passeidireto, uma rede social voltada a estudantes universitários, foi apresentada, aprovada pelo grupo e transformada em S.A.. A terceira foi a ClikTrue, ferramenta que auxilia agências de mídia e anunciantes em campanhas via internet, celular e tablets. Até o final de 2013, mais três projetos serão colocados em prática. "Serão duas tecnologias para celulares e tablets e uma com foco em pagamento digital", conta. Ainda há o que desbravar. "O Brasil teve uma grande penetração de smartphones, mas ainda não temos serviços em larga escala." Ele diz que é possível criar oportunidades, por exemplo, com base na localização do usuário. Embora reconheça a evolução da tecnologia no Brasil, ele afirma que o país está atrasado dez anos. "Temos ainda que melhorar na área governamental e de bancos." No entanto, o cenário é promissor. "Nos Estados Unidos, eu vivia no futuro. Agora, aqui, estarei trabalhando nele para quando chegar."

Folha de SP Veja notícia original 10/03/2013

Multiplicação de aplicativos

A explosão das vendas de smartphones e tablets empurra o mercado de desenvolvedores de softwares. A consultoria GfK estima que, em 2012, foram vendidos 2,6 milhões de iPads e seus pares no Brasil. Este ano, serão 5,4 milhões. De smartphones, foram 16 milhões só no ano passado, calcula o IDC Brasil. A quantidade de aparelhos estimula a criação de aplicativos. É o caso do Taxibeat, ferramenta para chamar táxis disponível no Rio e em São Paulo. Lançado há seis meses, já bateu 50 mil downloads e ganha cerca de 200 novos usuários por dia. Está com dois mil taxistas cadastrados nas duas capitais. "Diante da frota de quase 60 mil veículos, temos muito a crescer", diz o diretor Duffy Sardo. Para dar conta da demanda, o serviço receberá aporte de R$ 3 milhões este ano. Nesta 6ª, sai a versão 3.0. A carioca Gaudium surfa a mesma onda. Em 2012, faturou o triplo de 2011. Este ano, prevê R$ 3 milhões em receitas. A empresa se prepara para abrir escritório em SP. Está de olho em contratos com grandes corporações. O ClickSeguro, da PSafe, conseguiu três milhões de usuários em dois meses. O aplicativo identifica sites confiáveis. Mais da metade (55%) dos donos de smartphones baixam aplicativos gratuitos, segundo a Nielsen. E os aparelhos representam apenas 14% do total de celulares do país.

O Globo - Negócios e Cia 30/01/2013

Navegação segura

Quem navega na Internet ganhou mais uma opção gratuita de proteção, o ClikSeguro, desenvolvido pela PSafe. O serviço permite que o usuário saiba, por meio de símbolos e cores, se um link oferece risco para o computador. "Nossos usuários ficam protegidos contra sites falsos e maliciosos, como os que são distribuídos por e-mail, redes sociais e chats. Nesses ataques, sites se fazem passar por bancos, operadoras de cartão de crédito, entre outros", afirma Marco de Mello, CEO da PSafe. Disponível em www.psafe.com/ClikSeguro.

O Dia - RJ 23/01/2013

PSafe lança produto para deixar a navegação online mais segura

Com o objetivo de disseminar hábitos digitais saudáveis, a PSafe lançou o ClikSeguro, serviço gratuito que amplia a capacidade de segurança do computador. Ao sinalizar se um site é confiável antes mesmo do internauta clicar nele, o aplicativo permite que o usuário faça pesquisas, compras online, acesse bancos e redes sociais de forma protegida.

Ao instalar o ClikSeguro, é possível saber, através de símbolos e cores simples, se um link oferece risco para o computador. "O ClikSeguro protege nossos usuários contra sites falsos e maliciosos, como os que são distribuídos por e-mail, redes sociais e chats. Nesses ataques, sites criminosos se fazem passar por bancos, operadoras de cartão de crédito ou até mesmo órgãos governamentais, como a Receita Federal, visando ludibriar os internautas a clicarem e fornecerem informações sigilosas, como senhas e dados pessoais, que são então utilizadas para furtos e fraudes. O PSafe ClikSeguro detecta e informa aos nossos usuários sobre esses ataques", afirma Marco de Mello, CEO da PSafe. Além de ser gratuito, o ClikSeguro é oferecido em duas línguas: português e espanhol (http://www.psafe.com/ClikSeguro/). Durante o período de teste, que durou dois meses, foram realizadas três milhões de instalações na América Latina, volume que ilustra a crescente preocupação da comunidade digital em buscar proteção. O serviço pode ser instalado isoladamente, mas a recomendação é que o usuário instale, ainda, o PSafe Protege, antivírus em nuvem, também gratuito, que já alcançou mais de 18 milhões de adeptos. Com mais de 7 bilhões de vírus catalogados, o PSafe Protege não deixa o computador lento, como a maioria dos antivírus tradicionais, porque usa tecnologia em nuvem. A PSafe é uma empresa brasileira que tem por objetivo proporcionar segurança, confiança e tranquilidade para a vida digital dos brasileiros. A companhia foi criada em 2011 e recebe investimentos internacionais da RedPoint, BV Capital, Index Ventures, Pinnacle Ventures e do grupo Redpoint eVentures, um novo fundo de capital de risco recentemente estabelecido no Brasil e voltado para o mercado tecnológico.

Portal Neurônio Veja notícia original 20/12/2012

3 milhões

3 milhões é o número de usuários do ClikSeguro, aplicativo lançado há dois meses pela PSafe e que permite ao usuário saber se um site é confiável ou não antes mesmo de clicá-lo.

Jornal Brasil Econômico 19/12/2012

Quinta Semana Global vai reunir empreendedores no país

Unir empresários e investidores-anjo é uma das metas do evento, que acontece simultaneamente em 124 países.

RIO — O Brasil já tem quase 30 milhões de empreendedores. Mas pode ter ainda mais. E é com esse foco que acontecerá, de 12 a 18 de novembro, a quinta edição da Semana Global do Empreendedorismo, reunindo diferentes atores da cena, de estudantes a investidores-anjo, e oferecendo uma série de palestras e workshops voltados a quem já tem ou sonha ter seu próprio negócio. A ideia também é incentivar a formação de uma rede de contatos.

— As atividades este ano visam a promover um ambiente mais empreendedor para nosso país — diz Julia Daniel, coordenadora de Cultura Empreendedora da Endeavor, organização líder da Semana Global, cujo tema, este ano, é "Por um Brasil mais empreendedor".

O aumento da participação no evento, que nasceu na Inglaterra e aconteceu no Brasil pela primeira vez em 2008, é um reflexo também do fortalecimento da cultura empreendedora por aqui. Se, há quatro anos, houve 750 atividades, em 2012 já estão agendadas mais de duas mil em todo o país.

— Além disso, no mundo todo, no ano passado, foram 4,5 milhões de participantes. Destes, 1,7 milhão era empreendedor do Brasil — ressalta Julia.

Capital e inovação, duas dificuldades

A ascensão do empreendedorismo, porém, não significa o fim dos obstáculos para os empresários, sejam eles aspirantes ou já estabelecidos. Entre essas dificuldades está a de acesso a capital e inovação, constatação que levou a Firjan a decidir promover seu VI Seminário de Empreendedorismo focado nesses temas, no dia 13 de novembro.

— São dois pilares do empreendedorismo muito falados, mas um assunto que ainda precisa ser mais explorado. Os jovens querem saber como podem conseguir acesso a capital, já as empresas precisam enxergar que a inovação é fundamental para que elas ganhem vantagens competitivas — explica Daniela Longobucco, analista de projetos especiais do Sistema Firjan.

Daniela vê nas discussões envolvendo de estudantes a investidores-anjo uma peça fundamental no incentivo ao empreendedorismo. E acredita que o Rio deve se desenvolver no cenário:

— O Estado do Rio será um grande polo de empreendedorismo no Brasil. Tem, inclusive, potencial maior do que São Paulo, em função dos eventos esportivos e empreendimentos previstos.

Para Julia Daniel, o maior desafio é fazer com que o brasileiro aprenda a "sonhar grande". Segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor, a maioria das pequenas empresas no Brasil tem atualmente menos de dois funcionários e 20% não pretendem aumentar a equipe para cinco pessoas nos próximos três anos: — Sonhar pequeno dá o mesmo trabalho. Nós procuramos, na Semana Global, promover atividades que desafiem os empreendedores e os incentivem a buscar sempre mais.

O CDI, no dia 24, vai levar para o Pavão-Pavãzinho um evento de promoção ao empreendedorismo comunitário, com consultoria de Rodrigo Baggio e palestras de empresários como Marco de Melo, presidente da Psafe.

— Queremos chamar a atenção para a base da pirâmide e mostrar o grande potencial de empreendimentos que podem ser feitos nas comunidades pós-UPP — diz Baggio, presidente do CDI, acrescentando que neste momento é extremamente importante trabalhar o desenvolvimento econômico e social nas favelas cariocas.

Uma novidade na programação da quinta Semana Global do Empreendedorismo é a realização do Prêmio Noite Rio, que vai premiar os melhores profissionais da indústria do entretenimento noturno.

— Um prêmio tem como missão valorizar empreendedores, profissionais e, num contexto mais amplo, valorizar o próprio setor, atraindo mais investimentos e estimulando fusões e aquisições, algo ainda pouco visto por aqui — destaca Leo Feijó, idealizador da premiação e consultor associado ao Instituto Gênesis da PUC-Rio.

Feijó lembra ainda que, devido à realização dos eventos internacionais, o Rio de Janeiro receberá um volume de turistas brasileiros e estrangeiros jamais registrado, o que pode gerar oportunidades de negócios para quem está investindo na cidade:

— Vai aumentar a demanda por shows, festas e eventos culturais, que têm impacto imenso nesse segmento.

A Incubadora de Empresas da Coppe e a Agência de Inovação da UFRJ também partilham da ideia de que premiações ajudam a estimular o cenário empreendedor. Os dois órgãos estão organizando o concurso "Ideias inovadoras", que premiará com R$ 3 mil o autor do melhor projeto para a geração de negócios inovadores. As inscrições começam amanhã e vão até dia 12 pelo site www.incubadora.coppe.ufrj.br.

A Semana Global contará, ainda, com a Creative Business Cup, competição que selecionou três start ups brasileiras para participarem do Global Award Show, em Copenhague, na Dinamarca. A competição será com empreendedores de todo o mundo, e o prêmio será um programa internacional de aceleração, no valor aproximado de R$ 100 mil.

O Rio Criativo, programa de desenvolvimento da economia criativa do governo do Estado do Rio, que tem duas incubadoras de empreendimentos e o Centro de Orientação de Negócios, organizou atividades tanto para seu público interno como para o externo. De 10 a 13 de novembro, a equipe de instrutores e consultores de negócios passarão por um treinamento na metodologia Nesta (National Endowment for Science, Technology and the Arts) do Reino Unido. Além disso, haverá cursos gratuitos e abertos para quem é de fora, como o "Planejamento financeiro para start ups", que vai acontecer no dia 28.

— É uma das maiores dificuldades do pessoal da economia criativa: fazer contas e planilhas e saber cobrar pelo trabalho que executa — alerta Érica Lewis, chefe-executiva do Centro de Orientação de Negócios.

Jovens são maior público do evento

Por trás de todas as atividades previstas durante a Semana Global está o objetivo principal de fomentar o empreendedorismo e aumentar o conhecimento sobre o tema, além de permitir que estudantes, jovens empresários e investidores possam estar em contato, destaca Daniela Longobucco, analista de projetos especiais do Sistema Firjan.

— É muito interessante notar que, no Rio, todos esses atores estão se falando muito bem, o que vem contribuindo para a formação de um ecossistema em prol do empreendedorismo — ressalta Daniela, que também chama atenção para o interesse crescente dos jovens pelos assuntos que giram em torno do empreendedorismo.

— O público é composto principalmente pela faixa etária dos 18 aos 30 anos. O que queremos é que essas pessoas enxerguem que o empreendedorismo não tem limites, e que é preciso estar sempre em movimento — conclui Julia Daniel, coordenadora de Cultura Empreendedora da Endeavor.

Confira a programação

A Semana Global 2012 acontecerá de 12 a 18 de novembro em todo o país, mas haverá eventos antes e depois dessas datas. A programação completa está disponível no site semanaglobal.org.br. No mundo, 124 países estão integrados ao movimento. Abaixo, alguns eventos no Rio.

Empreendedorismo 360°

Amanhã, no Ibmec da Barra, será a vez do Curso "360 graus para empreendedores", das 8h30m às 18h.
Custo: R$ 490.
Inscrições pelo www.endeavor.org.br.

Workshop para mulheres

Também no dia 13 de novembro será realizado o workshop gratuito "Mulher empreendedora digital". No www.gloritacajaty.com.br.

Seminário Firjan

A Firjan promove, no dia 13, o VI Seminário de Empreendedorismo,com palestras de Rodolfo Medina (Artplan), Antonio Botelho (Gávea Angels), Rafael Kaufmann (Resolve Aí), Cassiano Neves (Subsin), Marcelo Sales (21212) e outros.
Site: iel@firjan.org.br.

O Globo 05/10/2012

O Globo Veja notícia original 04/11/2012

A PSafe firmou parceria com a CDI

A PSafe firmou parceria com a CDI para projeto de educação e inclusão digital. Vão abrir escola de informática no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. A idéia é formar 500 jovens e adultos em 12 meses.

O Globo 05/10/2012

Além da meta 1

A PSafe protege, de antivírus, bateu dez milhões de usuários, meta prevista para o fim de 2012. A estimativa, agora, é fechar o ano com 20 milhões e chegar a 2014 com 50 milhões. Até outubro, a empresa lança a versão em espanhol do produto, para atender a América Latina. Prevê 75 milhões de clientes na região em três anos.

Além da meta 2

O Grupo PSafe lança, dia 17, o ClikSeguro. O aplicativo atesta se um site é confiável. Com menos de 16 meses no mercado, a empresa tem 90 funcionários no Rio e em Florianópolis. Vai contratar mais 275 em dois anos.

O Globo 07/09/2012

O Vale do Silício é aqui

Inspirados nas pequenas empresas de tecnologia que brotam às centenas na Califórnia, empresários cariocas criam um pulsante polo de novos negócios voltados à internet e ao universo digital. Pelo sucesso e poder de inovação, o Vale do Silício e sua peculiar cultura são, sem sombra de dúvida, uma referência constante dessas companhias.

Na tentativa de repetir o feito de seus principais ícones, algumas delas começam a jornada reproduzindo o ambiente de trabalho encontrado nas sedes do Yahoo! e do Google. Surgida há dois anos, a Xangô funciona em uma ampla cobertura no 13º andar de um prédio na Rua Siqueira Campos, em Copacabana. No apartamento de 1 200 metros quadrados, 63 funcionários (entre eles, quinze estrangeiros) têm à disposição comodidades como mesa de pingue-pongue, TV com videogame e um espaço para refeições com um vistão de toda a praia. Quando não estão disputando uma partida do joguinho Fifa 2012, eles se dedicam a atividades tão complexas quanto desenvolver antivírus para computador ou sistemas de armazenamento remoto de dados em cloud computing (computação em nuvem). Entusiasmado com o bom momento do país, seu fundador, o engenheiro Marco de Mello, 42 anos, voltou à cidade natal depois de duas décadas nos Estados Unidos. Desembarcou acompanhado dos sócios americanos Ram Rao e Ben Myers, que se mudaram com a família. "Tente convencer um gringo a morar em São Paulo e perceberá que não há dinheiro capaz de trazer o sujeito", brinca. "Mas mencione Ipanema para ver o que acontece."

Revista Veja 18/07/2012

Antivírus em nuvem

A PSafe, empresa brasileira de antivírus, alcançou a marca de 1,2 milhão de usuários do PSafe Protege, um antivírus em nuvem gratuito lançado há cerca um ano. A maioria dos usuários concentra-se em São Paulo (41%), Rio de Janeiro (11%) e Minas Gerais (9%).

Brasil Econômico 07/05/2012

Na nuvem

O LockBox, serviço de armazenamento de dados em nuvem lançado há três meses pela PSafe, chegou a 50 mil usuários. A previsão é ter 6,2 milhões no fim do ano. Hoje, já guarda o equivalente a 4,5 milhões de fotos.

O Globo 17/04/2012

Proteja o seu computador! Não ter um bom antivírus instalado no PC é maior furada

Ter um computador ou laptop é algo cada vez mais em conta. No entanto, apesar dos preços mais baixos, não adianta apenas comprar uma máquina bacana e não protegê-la da maneira adequada. Por isso, como qualquer especialista em informática não cansa de repetir, é importantíssimo utilizar sempre os famosos antivírus.

Uma opção interessante é o “PSafe Protege”, lançado há menos de um ano e disponível para download na internet. Ele vem fazendo tanto sucesso que, mesmo neste curto período, já é responsável pela segurança de mais de 1 milhão de usuários pelo Brasil afora. E o melhor: a ferramenta é totalmente gratuita.

Além disso, este antivírus é voltado para a chamada nova Classe C, com comandos mais simples e mais fácil de usar. O “PSafe Protege” é capaz de eliminar mais de um bilhão de tipos de ameaça e, ao contrário de outros antivírus, não deixa o computador tão lento.

Jornal Expresso 14/04/2012

PSafe Protege: Antivírus que protege de verdade

O serviço é capaz de detectar bilhões de vírus e não deixa o computador lento como os antivírus tradicionais.

A PSafe acredita que vida digital saudável é um direito de todos e, por isso, desenvolveu um antivírus gratuito capaz de capturar os vírus mais resistentes, sem que seja necessário ocupar a memória do computador para isso, como fazem os antivírus tradicionais que necessitam de instalação e atualizações constantes. O serviço é possível graças à utilização de centenas de servidores externos, conhecidos como “nuvem”, que acessam o computador do usuário e fazem uma limpeza completa. O resultado é uma máquina segura e rápida – de graça. O nome do antivírus é PSafe Protege, que, segundo pesquisa realizada com usuários de todo o Brasil, é fácil de usar e possui uma interface simples. Mesmo desconectado da internet, o computador não deixa de estar protegido. A tecnologia permite proteção ativa 24 horas, inclusive para a varredura de pen drivese HDs externos. Com bilhões de pragas virtuais já catalogadas, o sistema consegue analisar por dia mais de 100 milhões de ameaças.

O PSafe Protege foi lançado há 11 meses e já possui mais de 1.200.000 usuários. A expectativa é alcançar cerca de 6 milhões até o fim de 2012. A grande maioria dos adeptos é a classe C, que começou a ter acesso à internet nos últimos anos. Dados do estudo realizado pela PSafe revelam que aproximadamente 20 milhões de famílias da classe C poderão comprar um computador novo em 2012. É a faixa social considerada líder na expansão de 45% da internet no Brasil. Um dos principais fatores desta penetração da classe no mercado tecnológico se deve ao crescimento da renda mensal nos últimos anos. Desde 2005, a proporção de famílias da classe C com pelo menos um computador quase triplicou, subiu de 16% para 45%.

O presidente da PSafe, Marco De Mello, acredita que segurança online é um direito de todo internauta por isso decidiu criar um antivírus gratuito para todos os brasileiros. Ele explica a vantagem da tecnologia utilizada pelo PSafe Protege: “É incrível a quantidade de usuários de computador que não atualizam seus antivírus – seja porque esquecem ou não sabem como fazê-lo. O PSafe Protege não precisa de atualização. Quem utilizá-lo terá a certeza de que seu computador está protegido com o que há de mais atual em antivírus. É como se a segurança em nuvem fosse um batalhão e o antivírus tradicional fosse apenas um soldado”.

De Mello acredita que segurança digital consiste, além de um bom antivírus, em guardar seus arquivos com segurança. Sendo assim, a PSafe lançou também o LockBox, serviço de armazenamento de dados com toda a interface em português. O serviço é muito mais do que um backup de dados tradicional, pois permite que o usuário tenha acesso a seus arquivos de plataformas diversas – computador público, notebooks, tablets, smartphones - a qualquer momento. O pacote gratuito permite que o usuário armazene 2GB, o que equivale a 16.000 documentos. Para quem tem necessidade de armazenar uma quantidade de dados maior, há pacotes com preços acessíveis, que variam de R$ 5,90 a R$ 29,90. “Nosso objetivo é a segurança na internet. Por menos de um sanduíche por mês é possível proteger seus dados e ter uma vida online tranquila e segura”, afirma De Mello. Em apenas dois meses do lançamento do produto, a empresa já conta com mais de 50.000 usuários e espera atrair 600.000 até o final de 2012.

Sobre a PSafe

A PSafe é subsidiária do Grupo Xangô, holding criada a partir de investimentos de três acionistas americanos (Red Point, BV Capital e Index Ventures), que investirão no desenvolvimento de cinco startups de tecnologia online nos próximos três anos. O Grupo tem expectativa de chegar até o final deste ano com pelo menos duas subsidiárias da holding em operação no Brasil. Outras informações: www.psafe.com.

Perfil - Marco de Mello

Marco possui 15 anos de experiência em inovação tecnológica e excelência no desenvolvimento de sistemas de alto escalonamento nos EUA. Atuou como executivo de Tecnologia da Microsoft Corp. por 10 anos, aonde foi responsável por projetos como: aquisição e escalonamento da Hotmail; reestruturação de toda a infraestrutura de segurança do Windows; e pelo desenvolvimento do Exchange Server 2007. Foi CTO da Spot Runner por 4 anos em Los Angeles e criador da Plataforma Malibu, capaz de otimizar a compra e venda de milhões de oportunidades de mídia por segundo. É Bacharel em Computação pela PUC-Rio e possui MBA Executivo da Universidade de Wharton.

Brasilstation Veja notícia original 04/04/2012

PSafe supera um milhão de usuários no Brasil

Mídia chamada 'nuvem' promete armazenar arquivos com mais segurança. Sistema tem mecanismo contra catástrofes e impede perda dos arquivos.

A empresa tem como bandeira que proteção da informação é um direito de todos e oferece um antivírus em nuvem gratuito para sempre ‘’Nunca iremos cobrar pelo mesmo, como acontece com outros concorrentes, que depois de um tempo oferecem uma versão paga ’’ diz Mello.

Ele também avalia fazer parte do desenvolvimento de software da empresa em Florianópolis, além do Rio de Janeiro, sede da empresa. Além disso, já existem planos para uma versão em espanhol e expansão para países da América Latina.

Com servidores instalados nos datacenters da Alog de São Paulo e Rio de Janeiro, o PSafe Protege é fácil de usar e possui uma interface simples. Mesmo desconectado da internet, o computador não deixa de estar protegido. A tecnologia permite uma proteção residente, ativa 24 horas inclusive para a varredura de pen drives, HDs externos e CDs. Com 700 milhões de vírus já catalogados, o sistema consegue analisar, em 24 horas, mais de 30 milhões de ameaças.

Além disso, a PSafe trabalha com dados criptografados, o que representa uma segurança a mais para o cliente, pois em nenhuma fase do processo de armazenamento os dados estão vulneráveis a interceptação.

A empresa aposta na Classe C, que está agora tendo mais acesso a internet. Mais de 50% das famílias já possui computador em casa. Além disso, neste ano, aproximadamente 20 milhões de famílias poderão comprar seu primeiro computador, sendo a maioria delas pertencente à classe C, considerada líder na expansão de 45% da internet no Brasil.

Outra solução da empresa é o LockBox, um serviço de armazenamento de dados na nuvem hospedada no Brasil, que pode ser acessado de multiplataformas e possui toda a interface em português. O serviço vai além do backup de dados tradicional, pois permite que o usuário tenha acesso a seus arquivos de plataformas diversas – computador público, notebooks, tablets, smartphones - a qualquer momento.

“Há pacotes para todos os tipos de usuários, do iniciante ao profissional. Nosso objetivo é a segurança na internet. Por menos de um sanduíche por mês é possível proteger seus dados e ter uma vida online tranquila e segura”, afirma Mello. A empresa espera atrair 4 milhões de usuários LockBox até o final de 2012. O executivo diz ainda que no segundo semestre uma nova empresa do grupo na área de TI será anunciada.

PSafe

Criada em setembro de 2010, a PSafe é subsidiária do Grupo Xangô, holding criada a partir de investimentos de três acionistas americanos (BV Capital, Redpoint e Index Ventures), que tem plano de investir no desenvolvimento de cinco startups de tecnologia online nos próximos três anos. O Grupo tem expectativa de chegar até o final de 2012, com pelo menos três subsidiárias da holding em operação no Brasil.

A história da empresa está ligada a Marcos Mello, que após se formar em Computação na PUC do Rio, mudou-se para os Estados Unidos para fazer MBA na Universidade de Wharton e acabou sendo contratado pela Microsoft por 10 anos. Lá foi responsável por projetos como aquisição e escalonamento do Hotmail; reestruturação de toda a infraestrutura de segurança do Windows; e pelo desenvolvimento do Exchange Server 2007. Foi ainda CTO da Spot Runner por 4 anos em Los Angeles onde criou a plataforma Malibu, capaz de otimizar a compra e venda de milhões de oportunidades de mídia por segundo, comprada pelo grupo Harris Interactive. De volta ao Brasil, junto com mais dois sócios que também vieram dos EUA, fundou o grupo Xangô com aporte dos fundos de investimentos.

TI INSIDE Veja notícia original 21/03/2012

Entrevista de Marco De Mello sobre segurança online

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CBN Madrugada 15/03/2012

PSafe oferece antivírus gratuito

O serviço é capaz de capturar um bilhão de vírus e tem qualidade superior aos antivírus tradicionais.

A empresa tem como bandeira que proteção da informação é um direito de todos e oferece um antivírus em nuvem gratuito para sempre ‘’Nunca iremos cobrar pelo mesmo, como acontece com outros concorrentes, que depois de um tempo oferecem uma versão paga ’’ diz Mello.

A empresa tem como bandeira que proteção da informação é um direito de todos e oferece um antivírus em nuvem gratuito para sempre ‘’Nunca iremos cobrar pelo mesmo, como acontece com outros concorrentes, que depois de um tempo oferecem uma versão paga ’’ diz Mello.

Determinada a democratizar a segurança na internet, a PSafe acredita que proteção da informação é um direito de todos e oferece um antivírus em nuvem gratuito. Com centenas de servidores protegendo o seu computador, O PSafe Protege é fácil de usar e possui uma interface simples. Mesmo desconectado da internet, o computador não deixa de estar protegido. A tecnologia permite uma proteção residente, ativa 24 horas inclusive para a varredura de pen drives, HDs externos e CDs. Com 700 milhões de vírus já catalogados, o sistema consegue analisar, em 24 horas, mais de 30 milhões de ameaças. Primeiro produto da PSafe, o Protege foi lançado há 9 meses e já possui quase um milhão de usuários. A expectativa é alcançar cerca de 8 milhões até o fim de 2012, sendo a grande maioria, usuários da classe C.

A Classe C está tendo mais acesso a internet. Mais de 50% das famílias já possui computador em casa. Além disso, neste ano, aproximadamente 20 milhões de famílias poderão comprar seu primeiro computador, sendo a maioria delas pertencente à classe C, considerada líder na expansão de 45% da internet no Brasil. Um dos principais fatores desta penetração da classe no mercado tecnológico se deve ao crescimento da renda mensal nos últimos anos. Desde 2005, a proporção de famílias da classe C com pelo menos um computador quase triplicou, subiu de 16% para 45%. A PSafe acredita que segurança digital consiste, além de um bom antivírus, em guardar seus arquivos com segurança.

É por isso que ela acaba de lançar agora o LockBox, um serviço de armazenamento de dados, o único com a nuvem hospedada no Brasil, pode ser acessado de multiplataformas e possui toda a interface em português. Com preços acessíveis, o serviço é muito mais do que um backup de dados tradicional, pois permite que o usuário tenha acesso a seus arquivos de plataformas diversas – computador público, notebooks, tablets, smartphones - a qualquer momento. Além disso, a PSafe trabalha com dados criptografados, o que representa uma segurança a mais para o cliente, pois em nenhuma fase do processo de armazenamento os dados estão vulneráveis a interceptação. Há pacotes para todos os tipos de usuários, do iniciante ao profissional. “Nosso objetivo é a segurança na internet. Por menos de um sanduíche por mês é possível proteger seus dados e ter uma vida online tranquila e segura”, afirma Mello. Com a novidade, a empresa espera atrair 4 milhões de usuários LockBox até o final de 2012.

Sobre a PSafe

Criada em setembro de 2010, a PSafe é subsidiária do Grupo Xangô, holding criada a partir de investimentos de três acionistas americanos (BV Capital, Redpoint e Index Ventures), que investirão no desenvolvimento de cinco startups de tecnologia online nos próximos três anos. O Grupo tem expectativa de chegar até o final de 2012, com pelo menos três subsidiárias da holding em operação no Brasil.

Sobre Marco De Mello

Marco possui 15 anos de experiência em inovação tecnológica e excelência no desenvolvimento de sistemas de alto escalonamento nos EUA. Atuou como executivo de Tecnologia da Microsoft Corp. por 10 anos, aonde foi responsável por projetos como: aquisição e escalonamento da Hotmail; reestruturação de toda a infraestrutura de segurança do Windows; e pelo desenvolvimento do Exchange Server 2007. Foi CTO da Spot Runner por 4 anos em Los Angeles e criador da Plataforma Malibu, capaz de otimizar a compra e venda de milhões de oportunidades de mídia por segundo. É Bacharel em Computação pela PUC-Rio e possui MBA Executivo da Universidade de Wharton.

DigaUai 13/03/2012

Antivírus grátis para a classe C

Programa promete detectar bilhões de vírus e não pesar no computador.

Segurança, leveza e varredura de bilhões de vírus. Estas são as promessas do novo antivírus gratuito PSafe Protege, lançado há 9 meses.

Com quase um milhão de usuários, a empresa promete uma máquina segura, sem ocupar a memória para isso, como fazem os antivírus tradicionais que necessitam de instalação e atualizações constantes.

A expectativa é que 8 milhões de pessoas estejam cadastradas no site www.psafe.com até o fim do ano, em virtude do aumento do poder de compra da classe C, que é a maioria entre os usuários.

O presidente da PSafe, Marco De Mello, acredita que segurança online é um direito de todos, por isso decidiu criar um antivírus gratuito: “Quem utilizá-lo terá a certeza de que seu computador está protegi do com o que há de mais atual em antivírus”.

Jornal Meia Hora - RJ 27/02/2012

Segurança para todos

Usar a internet com segurança é um direito de todos os internautas. É com esse mote que a PSafe, empresa especializada em computação em nuvem, espera atrair oito milhões de usuários para a sua solução PSafe Protege até o final do ano.

Lançado há pouco mais de nove meses, o produto é gratuito e possui um milhão de usuários ativos. Um dos focos é a classe C, a mais emergente na compra de equipamentos e programas computacionais. Levantamento realizado pela empresa mostrou que 20 milhões de famílias da classe C poderão comprar um computador novo em 2012. Outra aposta da empresa é o LockBox, sistema de computação em nuvem que permite o armazenamento dos dados com custos que variam de R$ 5,90 a R$ 29,90. Até 5GB, a solução é gratuita. "Por um valor menor que o pago por um sanduiche, os usuários podem armazenar os seus dados com segurança na nuvem", comenta o presidente e sócio-fundador da PSafe, Marco de Mello. Segundo ele, não é porque é gratuito que o antivírus protegerá menos os computadores.

Jornal Brasil Econômico 13/02/2012

Poder de compra

PSafe antivírus grátis que dispensa atualização.

Marco De Mello, presidente da PSafe, empresa que lançou PSafe Protege, um antivírus gratuito, está de olho no público classe C. Ele lança também o LockBox, serviço de armazenamento de dados com preços variáveis entre R$ 5, 90 e R$ 29,90 e espera atrair 3 milhões de usuários até o final deste ano.

Patrícia Knebel Veja notícia original 16/02/2012

Proteção em Nuvem

Tecnologias virtuais despontaram em diversas vertentes nos últimos anos – telefonia, jogos e lazer, entre outros – e chega o momento da segurança ganhar a vez. Em tempos nos quais a proteção do computador torna-se questão primária (leia-se “alvo de hackers”), um antivírus gratuito da empresa brasileira PSafe usa uma plataforma inusitada: a computação em nuvem 9do termo “cloud computing”).

O presidente da PSafe, Marco De Mello, explica o objetivo de seu produto: “A proposta do PSafe Protege é democratizar o acesso à segurança do computador pessoal para todos os brasileiros. Não tem versão paga, não tem versão premium.”

O executivo diz que o antivírus remove toda a ameaça e código malicioso, mantendo o computador protegido. Segundo De Mello, em pouco mais de 10 meses de produção, já há mais de um milhão de usuários: “Nosso modelo de segurança em nuvem parte da premissa de que a segurança deve vir de fora pra dentro. E não o contrário. Os nossos servidores mantém uma base de sete bilhões de assinaturas e tém crescimento de mais de 17 mil novas assinaturas por dia”.

Quem usa?

O presidente da PSafe não esconde o público-alvo: “Por ser gratuito, nosso foco inicial era a classe C. Mas temos todo tipo de usuário. A atualização é automáticae, como o antivírus é leve, também pode ser usado tranquilamente em conexão discada.

Como usar?

A empresa oferece, também gratuitamente, armazenamento de arquivos em nuvem. Pacote de 2GB do LockBox comporta 16 mil documentos, 800 fotos, 500 músicas e nove horas de vídeo. Os produtos podem ser baixados em www.psafe.com.

Jornal O Dia 08/02/2012

Antivírus na nuvem garante agilidade

O Protege, da PSafe, é um serviço gratuito para proteger o computador e que funciona remotamente, bastando que o usuário tenha conexão à internet.

Gratuito e fácil de usar, o antivírus Protege, da PSafe, startup brasileira baseada no Rio de Janeiro, é uma boa alternativa para quem quer manter o computador protegido sem precisar instalar um software na máquina. Os programas de antivírus costumam ser um mal necessário: eles ocupam espaço, deixam o PC mais lento e requerem atualizações constantes. A solução encontrada pela PSafe foi oferecer um serviço que atua de fora da máquina para dentro, o que, segundo ela, garante maior eficiência na varredura por um vírus ou trojans. “Nosso antivírus é completamente baseado na nuvem. O usuário não precisa instalá-lo na máquina, basta ter acesso à internet”, diz Marco de Mello, CEO da PSafe.

O programa de antivírus funciona com a base de dados da chinesa 360, serviço que possui grande popularidade no país mais populoso do mundo – e que mais colabora para a disseminação de trojans. “A grande vantagem é que a maior parte dos trojans e os mais perigosos são todos feitos na China. O banco de dados da 360 é o mais atualizado do mundo, e isso é extremamente importante quando se fala em proteção do computador”, diz o empresário.

Ex-funcionário da área de segurança do sistema operacional Windows, da Microsoft, Mello trocou os EUA pelo Brasil apostando no crescimento da internet no país. Com investimento de R$ 15 milhões de três fundos de investimento americanos, ele é cofundador do Grupo Xangô, holding da qual a PSafe faz parte. Até 2014, o grupo pretende lançar mais quatro empresas na área de tecnologia.

A PSafe começou oferecendo, de forma gratuita, o antivírus hospedado na nuvem. Neste mês, a empresa passou a comercializar um serviço de armazenamento de dados, também na nuvem. “O antivírus veio antes e de forma gratuita para estabelecermos uma conexão com o usuário brasileiro. Precisávamos ganhar a confiança do brasileiro oferecendo um serviço de qualidade”, conta Mello.

O LockBox é um serviço de armazenamento similar ao famoso Dropbox, em que o usuário pode fazer backup de seus dados e mantê-los na nuvem. Segundo Mello, uma das vantagens do serviço brasileiro é a rapidez com que realiza o backup, já que os servidores estão instalados no Rio de Janeiro e em São Paulo – e não no exterior, como no caso da Dropbox. O LockBox também faz o upload automático de seus arquivos, bastando que o usuário selecione essa opção no programa. A empresa oferece quatro planos. Um deles é gratuito e tem espaço para cerca de 2GB. O iniciante custa R$ 5,90 ao mês e tem capacidade para 5GB. O avançado sai por R$ 9,90 e permite armazenar 25GB. E o profissional, voltado para pequenas empresas ou profissionais que precisam guardar um grande volume de dados, como fotógrafos, custa R$ 29,90 e tem capacidade de 100 GB. Tanto o antivírus quanto o serviço de armazenamento po­­dem ser acessados pela página www.psafe.com/

Gazeta do Povo Veja notícia original 19/12/2011

PSafe lança armazenamento em nuvem brasileira

A PSafe, provedora de serviços de computação em nuvem na América Latina, lançou nesta semana o LockBox, serviço de armazenamento de dados em nuvem hospedada no Brasil, com interface em português.

Com preços mensais que variam entre gratuito, para até 2GB; R$5,90, para 5GB; R$ 9,90, para 25GB, e R$ 29,90, para 100GB, o serviço permite que o usuário tenha acesso aos seus arquivos por meio de um computador público, notebooks ou tablet.

Além disso, a tecnologia trabalha com dados criptografados, garantindo segurança aos dados do usuário, pois em nenhuma fase do processo de armazenamento os dados estão vulneráveis à interceptação.

“Nosso objetivo é a segurança na internet. Por menos de um sanduíche por mês é possível proteger seus dados e ter uma vida online tranquila e segura”, afirma Marco De Mello, CEO da PSafe.

Criada em setembro de 2010, a PSafe é uma subsidiária do Grupo Xangô, holding criada a partir de investimentos de três acionistas americanos – BV Capital, Redpoint e Index Ventures –, que tem expectativa de fechar 2012 com pelo menos três subsidiárias da holding em operação no Brasil.

Atualmente, a PSafe conta com 600 mil usuários de suas ferramentas e espera, até o final de 2012, atrair 4 milhões de usuários com LockBox.

Camila Freitas Veja notícia original 30/11/2011

PSafe lança serviço de armazenamento de dados em nuvem

O LockBox é um serviço de armazenamento de dados em nuvem e português, que pode ser acessado de multiplataformas, de acordo com a provedora que lançou a solução, PSafe.

De acordo com a empresa, o recurso permite que o usuário tenha acesso a arquivos, como de computador público, notebooks, tablets, smartphones. A solução de compartilhamento comporta backup de arquivos em redes sociais e sincroniza os arquivos automaticamente.

“Nosso objetivo é a segurança na internet. Por menos de um sanduíche por mês é possível proteger seus dados e ter uma vida online tranquila e segura”, afirma Mello. Com a novidade, a empresa espera atrair 4 milhões de usuários LockBox até o final de 2012.

Information Management 29/11/2011

A infraestrutura da internet Brasil

A Internet no Brasil cresce a passos largos. Este ano, o avanço das conexões de banda larga deverá exceder 50% sobre 2010, e mais de 20 milhões de famílias da classe C se unirão à rede em 2012.

Porém, é importante ressaltar os desafios que qualquer empresa de TI enfrenta hoje com a infraestrutura da internet no país. Os milhões de links vendidos pelos provedores de acesso à grande rede no Brasil deixam a desejar quando comparados aos mesmos serviços nos EUA e na Europa. Aqui não temos um critério de QoS (Qualidade de Serviço) imposto pelos órgãos governamentais, e, dessa forma, o consumidor não tem muitos recursos quando a rede está fora do ar, por exemplo. Nos EUA, consumidores podem consultar sites governamentais para comparar preço e QoS dos seus provedores e relatar qualquer falha, fazendo com que as empresas melhorem seus serviços.

O mesmo acontece com as empresas de TI que vendem serviços aos consumidores brasileiros. O primeiro desafio são os serviços de hospedagem. Não existem métricas de qualidade desses serviços, e os contratos no Brasil possuem garantias de qualidade de serviço (SLAs) ainda muito aquém dos padrões nos EUA e na Europa. Custa de cinco a dez vezes mais caro hospedar um site no Brasil. Como consequência, as startups on-line têm dificuldade em proporcionar serviços com alto padrão de qualidade e acabam optando por hospedar seus sites no exterior, onerando o consumidor final em termos de acesso e resposta do site.

O segundo desafio tem a ver com os links de banda larga. O custo para uma empresa de 100Mbps de banda, no Brasil, varia entre dez e 30 vezes o custo da mesma banda nos EUA, dependendo do provedor e do volume de banda contratada. Mas o preço “premium” não inclui a mesma qualidade de serviço, e por isso empresas contratam banda de múltiplos provedores — revendida pelas empresas de hospedagem — para que possam dispor de redundância em seus links.

Com o tempo e o aumento na competitividade entre as empresas que estão ingressando na arena de provedores de serviços no Brasil, tanto de hospedagem quanto de banda larga, estes desafios de infraestrutura deverão ser superados, mas hoje nos encontramos em um nível de custo e qualidade de serviço de infraestrutura equivalente ao de pelo menos dez anos atrás dos EUA e da Europa, o que significa uma imensa oportunidade para as empresas desse setor.

Jornal O Globo 25/11/2011

Aprenda guardar fotos de maneira segura no seu computador

Mídia chamada 'nuvem' promete armazenar arquivos com mais segurança. Sistema tem mecanismo contra catástrofes e impede perda dos arquivos.

Quantas fotografias você tem guardadas no seu computador? Se elas valem muito para você, deveriam estar seguras. Nem sempre estão. A coluna Conecte explora qual a maneira mais segura de guardar imagens em computador. Veja o vídeo.

Jornal da Globo Veja notícia original 17/11/2011

Marco de Mello, da PSafe: é preciso um exército para bloquear riscos da internet

O que proporciona mais segurança? Uma guarita dentro de casa ou um exército de vigília fora dela? A empresa de antivírus PSafe apostou na segunda opção. Enquanto empresas de antivírus convencionais vendem programas que são instalados no computador do usuário, a PSafe lançou um antivírus gratuito que fica instalado nos servidores do centro de dados da companhia e os usuários têm acesso por internet - trata-se do chamado serviço em nuvem.

O usuário consegue usar o software sem ter de instalá-lo no computador. "O modelo de antivírus de dentro para fora é ultrapassado e não é atualizado com a mesma velocidade com que as pragas virtuais são criadas", diz Marco de Mello, presidente da PSafe. Lançado em maio, mesmo sem publicidade o antivírus já conta com 500 mil usuários. De acordo com Mello, o software ganha 4 mil novos usuários por dia, em média, e pode atingir 10 mil até o fim do ano.

O executivo afirma que a empresa já removeu 45 milhões de infecções e que 86% a 87% dos computadores inspecionados tinham alguma praga virtual. Nesse cenário, um dos problemas mais graves, diz Mello, é o grande número de máquinas zumbis - computadores infectados que podem ser controlados a distância por um invasor para fins ilícitos. Dos 500 mil equipamentos avaliados, 60% eram máquinas zumbis. E desse total, mais da metade possuía um programa de antivírus instalado no computador. "Um soldado sozinho não consegue deter todas as ameaças da internet. É preciso um exército do lado de fora", diz.

Marco de Mello trabalhou por dez anos na sede da Microsoft, em Redmond, Washington, tendo atuado nas áreas de segurança do sistema operacional Windows e de servidores de emails do Exchange. Em 2007, saiu da Microsoft e fundou a novata de internet Malibu Media, em Los Angeles, voltada para venda de publicidade para emissoras de TV a cabo, que foi comprada pela concorrente multinacional Harris Media.

Mello então decidiu retornar ao Brasil e abrir a empresa. "Tinha vontade de voltar, e o mercado de internet está bastante próspero", diz. Em conversas com investidores do Vale do Silício, Mello levantou capital para montar o grupo Xangô, empresa de investimentos que tem por meta abrir cinco empresas de internet no Brasil no prazo de cinco anos - a primeira delas é a PSafe; a segunda será lançada em 2012. O grupo Xangô tem como investidores os fundos do Vale do Silício Index Ventures, BVK Holdings e RedPoint Ventures.

A PSafe foi criada em novembro de 2010, com investimento de R$ 15 milhões. De acordo com Mello, a meta da empresa é vender serviços na nuvem. O antivírus gratuito seria apenas "um custo da operação". "Para oferecer serviços, é necessário que os computadores estejam limpos", afirma.

Nesta semana, a companhia lança serviços de armazenamento de dados na nuvem. As mensalidades variam de R$ 5,90 a R$ 29,90, para capacidades que vão de 5 gigabytes (GB) a 100 GB. Mello prevê encerrar dezembro com 50 mil usuários desse serviço. Em 2012, será lançado um serviço de gestão de arquivos de grande porte para email. O remetente salva o arquivo na nuvem e o destinatário recebe um link para acessá-lo.

A expectativa da companhia é ter lucro a partir do segundo semestre de 2012. A receita virá da venda de publicidade que insere no site do antivírus e da oferta de serviços. A PSafe possui 35 funcionários e sua nuvem está sediada em dois centros de dados da Alog, um no Rio de Janeiro e outro no Tamboré (SP), com 800 servidores físicos e capacidade de processamento de 40 Terabytes (TB), capazes de atender 1,5 milhão de PCs.

Valor Econômico 17/11/2011

Start-up carioca lança serviço de back-up na nuvem e entra na disputa com gigantes como Apple e Dropbox

Enquanto gigantes como Apple, Google e Amazon duelam para atrair seus arquivos para dentro das "nuvens" delas, uma start-up carioca que oferece o mesmo serviço de back-up on-line aposta no suporte local em português para desbancar a concorrência de peso e conquistar os internautas brasileiros. Fundada no ano passado, a PSafe lançará em algumas semanas o LockBox, um serviço de armazenamento de dados on-line que sincroniza os arquivos automaticamente em uma série de aparelhos. O produto é um dos pioneiros do tipo na América Latina.

- Nossa vantagem é que nenhum dos concorrentes internacionais tem foco no Brasil. Se você é um cliente que não domina inglês e precisar contatá-los, azar o seu - provoca o diretor-executivo da PSafe, Marco de Mello, que trabalhou por dez anos na sede da Microsoft, exercendo cargos de gerência nas unidades MSN e Windows.

O LockBox funciona como outros serviços de backup on-line. O usuário precisa instalar um programa e mover para dentro dele os arquivos que deseja pôr na nuvem. É possível acessá-los por meio do navegador de qualquer aparelho com acesso à internet, inclusive celulares e tablets. Alterações feitas nos documentos são sincronizadas em todas as máquinas automaticamente.

Assim como as outras, a ferramenta é do tipo freemium: o pacote de 2 GB de armazenamento é gratuito, enquanto os de maior capacidade, a partir de 5 GB, são pagos. O de 2 GB pode guardar até 16 mil documentos (PDFs, textos, planilhas etc.), mas não aceita fotos, músicas nem vídeos. O de 5 GB custa R$ 5,90 por mês; o de 25 GB, R$ 9,90; e o de 100 GB, R$ 29,90.

As expectativas de Marco de Mello para o LockBox são audaciosas. Ele espera chegar a 800 mil usuários até o fim de 2012 e a 1,5 milhão ao fim de 2013. O diretor-executivo da PSafe garante que seu produto terá apelo junto à classe C e que o plano de 25GB será o preferido dos usuários (cujo preço, graceja Mello, corresponde a "um café com um sanduíche").

Com a onipresença da internet de alta velocidade, o barateamento dos data centers proporcionado pela Lei de Moore e a multiplicação do número de aparelhos por pessoa, a "nuvem" se estabeleceu como o novo paradigma da indústria de tecnologia. Além de uma solução eficiente para departamentos de TI de grandes corporações, o chamado cloud computing já é disseminado entre usuários finais. Uma das provedoras de nuvem líderes no mercado corporativo, a companhia de Jeff Bezos lançou há alguns meses o Amazon Cloud Driver, deixando pra trás Apple e Google na corrida pelos arquivos dos internautas. Pouco antes de morrer, Steve Jobs se redimiu anunciando o iCloud, integrado ao seu ecossistema de aparelhos e ao iTunes. Já Drew Houston, fundador do Dropbox, aparece olhando para o horizonte na capa da revista "Forbes" desta semana, sobre os cem empreendedores que estão "reinventando o mundo". Seu serviço de armazenamento está avaliado em US$ 4 bilhões e até Jobs tentou comprá-lo.

- Você compra seguros de vida e de carro. Mas e de dados? - pergunta Mello, que, além da tendência do mercado, foi convencido a criar um serviço de nuvem depois da decepção de perder todas as fotos do primeiro ano do filho - As pessoas usam a nuvem todos os dias, só que não percebem. O que é o Facebook se não uma nuvem social? A nuvem veio para ficar, pois é democrática: ela independe da robustez do seu computador. A grande sacada é o serviço ser automático, sincronizado e criptografado. Um hacker que invadisse nossos servidores levaria apenas um punhado de números.

O futuro da PSafe depende, por enquanto, do sucesso do LockBox. Criada com capital inicial de R$ 15 milhões, a empresa tem até agora apenas um produto, o anti-vírus baseado na nuvem PSafe Protege, lançado em abril. Segundo Mello, o programa está dando muito certo e já elimina vírus, trojans, backdoors etc.dos computadores de 500 mil internautas. Só que o Protege é totalmente gratuito, e não há planos para monetizá-lo. O LockBox será, assim, o primeiro produto com fonte de receitas da start-up.

A PSafe tem outros projetos em vista. Até março, planeja criar um serviço de envio de arquivos pesados pela nuvem, o Mande Seguro, que também será freemium. Há planos para uma loja virtual de softwares gratuitos e para carteira on-line de créditos para jogos sociais.

O Globo 02/11/2011

PSafe lança LockBox e espera ter 500 mil clientes em um ano de operação

A PSafe se prepara para lançar uma nova solução de armazenamento em nuvem o LockBox, nos próximos dias. A companhia espera que no primeiro ano de vida do produto seu número de usuários chegue a 500 mil.

O serviço permite que o cliente tenha acesso a seus arquivos de plataformas diversas - notebook, computador público, celular, tablets – e trabalha com dados criptografados, o que, segundo Mello, deixa a solução mais segura. “Como os dados são criptografados, nem nós da empresa temos acesso às informações dos usuários.”

Com público alvo no varejo e nas pequenas e médias empresas, os preços dos pacotes variam. Dependendo da capacidade, existem desde uma versão gratuita até outra que custa R$29,90 ao mês. “Essas companhias [pequenas e médias] não tem nenhuma estratégia de backup e uma estrutura automatizada, que é o que nós oferecemos. Já a simplicidade e o preço baixo também irão atrair os consumidores finais.”

A empresa, que tem crescimento de 60% a 75% mês sobre mês, acredita que por ser brasileira, entende melhor as necessidades dos clientes. “O fato de nós sermos uma tecnologia brasileira com designers e engenheiros brasileiros faz uma diferença enorme. Compreendemos a cultura, como se comunicar e se identificar e isso é um grande diferencial.”

Falando em crescimento, Mello afirmou que a companhia pretende se expandir para a América Latina, mas diz que com escritórios espalhados pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Nordeste e Sul, consegue dar conta da demanda que vem desses países.

PSafe Protege

A empresa ainda tem o PSafe Protege, que é um antivírus gratuito em nuvem que faz a varredura e a eliminação de ameaças virtuais de forma remota. Mello também acredita que esse produto terá um crescimento na ordem de 60%.

“Esperamos que cresça bastante, nossa previsão é bastante agressiva, temos uma demanda grande indicada pelos nossos usuários com faturamento bem substancial, queremos fechar 2012 entre oito milhões e dez milhões de usuários.”

It Web Veja notícia original 10/10/2011

Proteja seu computador sem gastar nada ou quase nada

Setecentos milhões de vírus catalogados, 40 milhões de ameaças por hora e mais de 35 milhões de vírus removidos no país. Os números até podem assustar, mas, com um pouco de cuidado, é possível eliminar de seu computador qualquer ameaça de ver seus dados pessoais roubados por um hacker.

E o melhor: há vários programas gratuitos — ou que custam pouco — que fazem bem o trabalho de proteger os computadores.Um tipo de antivírus que vem se popularizando no país, aos poucos, é o "em nuvem", que usa menos memória e espaço no disco do micro.

Velocidade garantida

O antivírus em nuvem garante que a velocidade da máquina não seja afetada com programas muito pesados. Esse conceito de computação já é muito disseminado em países da Europa e nos Estados Unidos. Há alguns meses, a empresa PSafe lançou o PSafe Protege, que pode ser baixado gratuitamente por meio do site www.psafe.com. Mesmo desconectado da internet, o computador não deixa de estar protegido. A tecnologia do programa permite uma proteção intensa, inclusive para a varredura de pen drives, HDs externos e CDs.

Mais rápidos

"Os antivírus tradicionais requerem uma quantidade enorme de recursos do computador, causando uma lentidão conhecida como efeito-carroça. Com o antivírus "em nuvem", o computador ganha performance e o usuário tem a liberdade para usar seu PC para se comunicar, se divertir e trabalhar", explica Marco De Mello, CEO da PSafe, destacando que a computação "em nuvem" consiste no trabalho de servidores externos. Um outro site que disponibiliza a técnica "em nuvem" é o Panda Cloud Antivírus. No site http://www.cloudantivirus.com/en/forHome/, é possível baixar o programa sem pagar nada.

Pago ou gratuito?

Técnico da Consultoria Invent IT, Paulo Sant’anna diz que todos os antivírus têm versões pagas e gratuitas (veja, ao lado, sites onde se pode baixar gratuitamente os programas). A proteção é praticamente a mesma, o que difere é a quantidade de recursos que o pago oferece com relação ao gratuito:"A questão não é ser melhor e, sim, ter mais recursos. Os pagos, normalmente, vêm em formato de pacote, em que são instaladas camadas de proteção adicionais, como firewall, antispam e antispyware, tudo num único produto", ensina.

Nada caro demais

O técnico orienta que não há necessidade de comprar programas antivírus muito caros. O investimento somente é válido para uma empresa. Para computadores residenciais, o gasto pode ser reduzido."No ambiente doméstico, o que vale é um computador com antivírus e antispyware instalados e atualizados. E o usuário deve tomar os devidos cuidados para não cair nas armadilhas que são preparadas para pegar usuários desatentos. Cuidado com aqueles emails como "Você foi sorteado!" ou "Sua esposa está te traindo!", diz o técnico.

Palavra de quem entende

“Os antivírus tradicionais requerem uma quantidade enorme de recursos do computador, causando uma lentidão conhecida como efeito-carroça. Com o antivírus "em nuvem", o computador ganha performance e o usuário tem a liberdade para usar seu PC para se comunicar, se divertir e trabalhar.” Marco De Mello, CEO da PSafe

Todo cuidado é necessário

Conteúdo duvidoso: Especialista em Informática, o técnico Paulo Sant´anna, da Consultoria Invent IT, dá algumas sugestões sobre como proteger seu computador. Primeiro, ensina o profissional, evite entrar em sites com conteúdo duvidoso.

Pessoas conhecidas: Abra somente emails com conteúdo em anexo recebido de quem você conhece.

Sem conhecimento: Desconfie do título e do conteúdo da mensagem, mesmo que ela tenha sido encaminhada por amigos ou parentes. A mensagem pode ter sido enviada sem que o dono da conta tenha conhecimento.

Acesso bloqueado: Navegadores como Internet Explorer, Firefox e Chrome possuem mecanismos de segurança e, muitas vezes, bloqueiam e informam ao usuário quando determinado site pode ter conteúdo prejudicial e malicioso. Cabe ao usuário decidir liberar o acesso ou não.

Grandes redes: Normalmente, instituições financeiras, redes de lojas e supermercados não enviam emails pedindo dados ou dando prêmios de forma tão fácil quanto a sugerida por mensagens falsas que circulam pela web.

Atualizações: Mantenha o computador sempre com o sistema operacional, o antivírus e o antispyware (software de segurança contra programas espiões) atualizados, e com o firewall (que impede a difusão de conexões não autorizadas ou nocivas numa rede) ligado.

Alerta do sistema: Hoje em dia, sistemas operacionais como Windows 7 e XP informam quando o computador está com o sistema ou o antivírus desatualizado.

Dispositivos: Evite plugar dispositivos de armazenamento móveis como HDs externos, pen drives e cartões de memória em computadores sem antivírus.

Varredura: Se houver a necessidade, ao ligar seu desktop ou laptop, inicie imediatamente um scan (varredura) da máquina a partir do antivírus instalado em seu computador.

Extra Veja notícia original 08/10/2011

Crescimento em Nuvem

Criada em abril, a PSafe Protege, de computação em nuvem, soma 350 mil usuários de seu antívirus gratuito. Espera chegar a oito milhões até o fim de 2012. No mês que vem, a novata lança o LockBox, serviço pago de armazenamento de dados. Ele deve garantir cerca de 400 mil assinantes até dezembro do próximo ano.

A PSafe é a primeira das cinco subsidiárias que o Grupo Xangô pretende instalar no país em cinco anos. “Somos uma holding com foco em negócios inovadores on-line. Contamos com recursos de três fundos de investimentos do Silicon Valley”, diz o CEO Marco de Mello. Ele iniciou o negócio um ano atrás, depois de 20 anos nos EUA, dez deles como executivo da Microsoft. A PSafe deverá receber R$ 15 milhões em investimento em dois anos. E já conta com 35 funcionários na sede da empresa, no Rio. O modelo das outras quatro subsidiárias previstas para até 2015 é segredo. A próxima delas, projeto de R$ 6,5 milhões, será lançada em versão para testes até dezembro e terá sede em Florianópolis. “A ideia era concentrar tudo no Rio, mas o custo é altíssimo”, diz Mello.

O Globo 23/09/2011

Proteja e compartilhe os arquivos do seu computador usando a nuvem

Sabe todas aquelas fotos e músicas que você adora e aqueles documentos importantes que você guarda no disco rígido do seu computador? Eles estão sob ameaça. Pouca gente se dá conta disso, mas as máquinas estão sujeitas a roubos, curto circuitos, problemas técnicos, milhares de vírus e outros incidentes que, de uma hora para outra, podem acabar com toda a sua “memória digital”. Mas a proteção não é tão complicada quanto pode parecer – e o melhor, há muita opção de graça.

Com o crescimento da oferta de opções de armazenamento de dados on-line, grande parte dos arquivos de um computador pode ser guardada, sem custo, em servidores de empresas especializadas nisso – algo que já é muito comum para o mundo corporativo, mas que também pode ser aproveitado pelos usuários domésticos. Grande parte dos serviços utiliza a chamada “computação em nuvem”: os dados ficam armazenados em servidores e podem ser acessados via internet de qualquer canto. Ou seja, benefício duplo: você guarda seus dados e ainda pode compartilhá-los.

“Backup é imprescindível. As máquinas estão sujeitas a problemas e alguns deles independem de ações do usuário”, alerta Rodrigo Ghedin, colunista do site TechTudo e editor da rede de tecnologia Gemind. “Você faz seguro do carro e protege a casa. Mas a maioria das pessoas não se preocupa com a proteção dos conteúdos, embora possa estar a um clique de perder todos os seus dados”, alerta o empresário Marco de Mello, presidente da Xangô, empresa especializada em segurança digital que prepara um serviço de armazenamento de dados chamado de Lockbox, que deve ser lançado ainda este mês.

A nuvem é uma opção segura e relativamente barata de se fazer backup, defende Ghedin. “Hoje existem muitos serviços destinados a usuários domésticos, todos fáceis de usar. Vários deles oferecem cotas limitadas gratuitamente. Quando há cobrança pelo espaço extra, o valor costuma ser baixo”, explica. Os sites Windows Live Mesh, Dropbox e Sugar Sync são algumas das opções mais populares (veja mais detalhes no box).

Sincronia e interatividade

Mantendo os arquivos na nuvem, eles também podem ser acessados de qualquer lugar – em alguns casos, até mesmo de aparelhos smartphones. “As modificações feitas localmente são salvas em tempo real e os arquivos passam a ser acessíveis de qual-quer computador conectado à internet”, explica Ghedin.

O empresário Paulo César Albuquerque usa o DropBox há cerca de 2 anos – tem backup de todos os arquivos importantes do seu computador e ainda compartilha dados com parentes e amigos. Assim, ainda garante mais espaço grátis na nuvem. “Normalmente o serviço gratuito é para 2 GB. Mas cada vez que você convida amigos para compartilhar, ganha mais espaço. Hoje tenho quase 10 GB”, conta.

Uma das suas pastas é compartilhada com outros 47 amigos. “Por ela, compartilhamos vídeos e músicas, por exemplo. Mas você escolhe o que quer compartilha. O restante fico guardado e bem seguro.”

Gazeta do Povo Veja notícia original 05/09/2011

Troque pontos em antivírus por créditos em games

A empresa de segurança online PSafe e a produtora de games Mentez anunciaram uma parceria de olho nos internautas que gostam de jogos em redes sociais.

Os usuários do antivírus gratuito PSafe Protege que indicarem o programa para amigos somarão pontos que podem ser trocados por créditos nos jogos da Mentez.

Dentro do próprio programa instalado em sua máquina há a opção para indicar a alguém.

Entre os games da Mentez estão Colheita Feliz, Vila Mágica e Cidade Maravilhosa.

O endereço da PSafe é www.psafe.com.

Extra 29/07/2011

PSafe e Mentez firmam parceria

A empresa de segurança e proteção online PSafe e a publisher de games sociais Mentez acabaram de firmar parceria.

Pelo acordo, usuários que indicarem o programa de segurança online PSafe Protege somarão créditos nos jogos da Mentez, que incluem títulos como Colheita Feliz.

“Identificamos nessa parceria com a Mentez uma grande oportunidade para chegar aos cerca de 22 milhões de adeptos dos seus games”, explica Marco DeMello, sócio-fundador e CEO da PSafe.

Estudo recente da comScore, líder mundial na medição do mundo digital, revela que o Orkut - rede social com o maior número de usuários no Brasil - e o Facebook cresceram, no país, entre 2009 e 2010, respectivamente, 28% e 258%.

Ainda segundo pesquisas e apontamentos de players do segmento, o Brasil possui o maior mercado da América Latina em utilização de redes sociais, movimentando, aproximadamente, R$ 300 milhões.

Só os games sociais representaram, no ano passado, R$ 200 milhões. Desde que foi lançado, no final de abril, o PSafe Protege já eliminou mais de 27 milhões de ameaças virtuais.

Baguete.com Veja notícia original 28/07/2011

Nova proteção para a 'nuvem'

Todo o mundo sabe que a internet é um ambiente totalmente aberto e inseguro para o seu computador. São dois bilhões de pessoas conectadas no mundo e mais de um bilhão de pragas eletrônicas já conhecidas pelas empresas de segurança. Tradicionalmente, de cada 100 máquinas, 86% estão contaminadas. Por isso, é cada vez maior o número de sistemas visando a manter os computadores e aparelhos móveis o mais longe possível de ameaças online.

Um dos produtos lançados fica hospedado na nuvem. É o PSafe Protege, da PSafe, empresa brasileira de segurança de dados e pertencente ao grupo Xangô, formado por investidores norte-americanos e brasileiros.

O CEO da PSafe, Marcos DeMello, destaca o fato de ele ser o primeiro sistema de segurança baseado na nuvem da América Latina, com 130 servidores localizados no Rio de Janeiro (e não nos Estados Unidos ou Europa, como alguns concorrentes). Por isso, praticamente, não existe latência (lag) na conexão, porque os servidores são locais, garantindo maior performance da máquina, informa DeMello. "Nosso produto é leve e rápido, sem comprometer a máquina, porque em se tratando de segurança, a performance é fundamental".

Desde o lançamento, há três meses, a PSafe já conta com 160 mil usuários, mais de 200 mil computadores protegidos e cerca de 25 milhões de ameaças removidas dessas máquinas. "O curioso é que cada máquina que teve o PSafe instalado tinha pelo menos dois tipos de contaminação, e 40% delas já possuíam algum outro antivírus rodando sem que detectassem ou eliminassem as pragas. Os usuários nem sabiam que estavam ameaçados", diz o executivo.

O pacote de segurança é gratuito. Depois de instalado na máquina, ele faz uma varredura abrangente e atua como uma proteção residente para tudo o que o usuário baixar dali para frente. É recomendável que o internauta realize uma varredura semanal e completa em dia e horário agendados por ele. DeMello destaca que o PSafe Protege, por dispor de dezenas de servidores para analisar e proteger os computadores, já catalogou mais de 700 milhões de tipos de pragas e é capaz de remover 3 milhões delas a cada 24 horas, entre vírus, trojans, malwares, spywares, códigos maliciosos e outros que violam a privacidade. O ambiente cloud permite que os vários servidores trabalhem simultaneamente fazendo o trabalho "pesado" de detecção e deixando o computador do usuário livre para suas tarefas.

Em setembro, a PSafe vai lançar um pacote pago de armazenamento na nuvem, o LockBox, com backup criptografado e em três configurações: 25 GB, por R$ 10 mensais; 50 GB, por R$ 20 e o de 250 GB que vai custar R$ 30.

Diário do Comércio Veja notícia original 25/07/2011

Start-up brasileira cria antivírus gratuito que roda na nuvem

O PSafe não precisa ser instalado na máquina e faz toda a varredura e eliminação de pragas virtuais remotamente.

Uma empresa de segurança digital recém-criada no Brasil está oferecendo gratuitamente um serviço de antivírus na nuvem. A PSafe anunciou seu produto no úlltimo mês de abril e desde então foi instalado em mais de 190 mil computadores no país. Este não é o primeiro antivírus a utilizar a computação em nuvem, mas as vantagens, especialmente em relação aos programas de segurança convencionais (instalados no PC) são interessantes. O usuário não precisa instalar todo o software em sua máquina, basta baixar gratuitamente uma espécie de executável, que garante a comunicação e a ação do programa que roda num servidor, na nuvem privada do PSafe.

Segundo o criador da tecnologia, para o usuário é uma grande vantagem o antivírus trabalhar remotamente. "O PC é um ambiente hostil, onde é muito fácil para as pragas se esconderem e driblar os programas de segurança", diz Marco de Mello, CEO do grupo Xangô, responsável pelo desenvolvimento do PSafe. Mello, que já foi responsável pela área de segurança do Windows, conhece bem o sistema operacional e acredita que os computadores ficarão mais seguros com os antivírus rodando na nuvem. "Os servidores que utilizamos são muito poderosos. É como se utilizássemos artilharia pesada para combater os vírus, enquanto no PC, o software teria o poder de um único soldado", afirma.

Outra vantagem do processamento na nuvem é o menor consumo de processamento. O programa que faz a varredura e limpeza da máquina roda na nuvem, em servidores separados. Com isso, a performance da máquina não é comprometida. "O PSafe utiliza uma fração do processamento que antivírus convencionais necessitam", diz Mello. Mesmo desconectado da internet, o computador não deixa de estar protegido. A tecnologia do programa permite uma proteção 24 horas inclusive para a varredura de pen-drives, HDs externos e CDs.

Nos três primeiros meses de vida, o programa eliminou um total de 25 milhões de ameaças virtuais. E a start-up quer mais. A expectativa é aumentar o número de usuários dos atuais 190 mil para 75 milhões em três anos. Para chegar lá, o grupo Xangô aposta no boca a boca via internet. Para incentivar mais gente a instalar o antivírus, a empresa criou uma espécie de programa de fidelidade, chamado Heróis da Rede. Todos que instalam ou indicam novos usuários ganham pontos que depois podem ser trocados por prêmios.

O PSafe é o primeiro produto criado pelo Grupo Xangô. Em setembro, outro deve ser lançado. Com o nome ainda provisório de LockBox, o serviço funcionará como um backup de informações armazenadas no micro. Ao contrário do antivírus, o produto será pago. Os preços devem variar de R$ 9,99 a R$ 29,99 dependendo da quantidade de dados armazenadas.

Época Veja notícia original 20/07/2011

Com capital estrangeiro, grupo fundará 5 empresas de tecnologia no Brasil

Marco DeMello, da PSafe: segurança grátis e armazenamento pago.

Ex-Microsoft, Marco DeMello fundará cinco startups de tecnologia em cinco anos, começando pela PSafe.

São Paulo - Com recursos captados junto a fundos internacionais, o Grupo Xangó chega ao Brasil com o ambicioso plano de fundar cinco negócios no período de cinco anos.

A primeira empresa do grupo, batizada de PSafe, iniciou suas operações em abril deste ano. Focada em segurança, a empresa oferece um sistema de proteção de dados online gratuito que já conquistou 200 mil usuários.

A estratégia é conquistar uma base relevante de usuários para, em setembro, lançar um novo serviço pago de backup e armazenamento na nuvem, o Lockbox.

"Nosso modelo de negócios é freemium. Sempre vamos oferecer seguranca grátis e cobraremos apenas pelo pacote de armazenamento, para quem optar por ele", explica Marco DeMello, co-fundador do Grupo Xangô.

Como parte do esforço de marketing para promover a tecnologia, a PSafe firmou um acordo com o Peixe Urbano, que bonificará os clientes que indicarem amigos para aderir à ferramenta com crédito para utilizar no clube de compras coletivas.

O investimento inicial para instalação da companhia, de R$ 15 milhões, foi feito pelas empresas estrangeiras de capital de risco Redpoint Ventures, Index Ventures e BV Capital, que também farão aportes nos outro quarto negócios que devem ser inaugurados pelo Grupo Xangó nos próximos quarto anos.

Entre os ramos de negócios que serão explorados pela holding estão comércio eletrônico, marketing em mídias sociais e imóveis.

O grupo, que já conta com 30 funcionários, espera chegar a 120 colabores em 2012, com três das empresas que farão parte da holding já em funcionamento. O objetivo é preparar as companhias para abrir capital na bolsa de valores.

"Uma séries de vetores, como o crescimento da classe média e a expansão do acesso à banda larga, deixaram claro que era hora de investir no Brasil", diz o empresário.

Além DeMello, que trabalhou durante mais de 15 anos nos Estados Unidos, liderando o desenvolvimento de produtos de segurança em empresas como a Microsoft, o Grupo Xangô tem como sócios-fundadores os estrangeiros Ben Meyers e Ram Rao.

Exame.com Veja notícia original 18/07/2011

Competição entre fundos eleva preços

O mesmo vigor nortela o Grupo Xangô, com sede em Copacabana, na Zona Sul do Rio, e criado em setembro. A holding foi fundada por Marco De Mello, ex- executivo da Microsoft que trabalhou nos EUA por 10 anos.

A idéia é ter cinco empresas nos próximos três anos. Por enquanto há apenas uma, a PSafe Protege, um antivírus gratuito em nuvem. Em dois meses, já são 150 mil usuários. Em setembro, será lançado um serviço pago de armazenamento virtual. Na lista, há projetos em e-commerce, venda de imóveis e uma empresa de publicidade integrada a redes sociais.

Há um interesse febril em investir no Brasil. Todos os dias há companhias americanas querendo encontrar meios de entrar no país. Já as empresas brasileiras de venture capital não gostam de correr risco - diz DeMello.

O Globo 11/07/2011

Nas Nuvens

Atento às novas tecnologias de armazenamento de dados na internet, Marco DeMello ( ex-Microsoft) fundou, ao lado de dois sócios norte-americanos, uma holding de quatro empresas de serviços pela internet.

O investimento inicial ficará entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões. "Queremos criar outras empresas no futuro, além dessas quatro", diz DeMello. "Isso, porém, depende de encontrarmos mão de obra qualificada", acrescenta. A primeira empresa do grupo a ser aberta é a PSafe, de armazenamento de dados e segurança em nuvem.

O setor em que as outras empresas atuarão é mantido, por enquanto, em sigilo. Uma delas, porém, deve ser uma imobiliária on-line.

Folha de SP 01/07/2011

Segurança Nacional

A praga dos vírus e das ameaças na internet não para de crescer. E isso pode ser bom para um grupo de empresários que escolheu o Brasil para abrir uma empresa de segurança digital.

O primeiro produto da PSafe é um antivírus gratuito recém-lançado que já conquistou 100.000 usuários. Seguindo a tendência de computação na nuvem, o antivírus está baseado em servidores virtuais.

A ideia dos três sócios com o antivírus gratuito é tornar a PSafe conhecida e atrair clientes para produtos pagos, como um serviço para envio seguro de documentos pesados pela internet e um backup de arquivos online.

Revista Exame 15/06/2011