5 serviços grátis para armazenar arquivos na nuvem

Uma lista dos sites com os melhores pacotes de armazenamento gratuito

Guardar os arquivos no HD é coisa do passado. Hoje, armazenar suas coisas na nuvem, ou seja, online, é ter a garantia de que nada vai ser perdido e que tudo estará acessível a partir de qualquer computador ou telefone conectado à internet — e o melhor: sem gastar um tostão furado. Pensando nisso, listamos os melhores serviços de armazenamento grátis da web. Confira!

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Google Drive

Se você tem uma conta Google, também tem direito a pelo menos 15GB para guardar arquivos online. É possível baixar o Drive para Windows e OSx e sincronizar arquivos em máquinas diferentes. A mesma coisa pode ser feita em celulares Android e iOS, com o app oficial do serviço.

Dropbox

Este é um dos serviços de armazenamento na nuvem mais populares. Assim como no caso do Drive, é possível baixar o programa para computador e o aplicativo para celular para sincronizar arquivos em diferentes dispositivos. A única desvantagem, aqui, é que são apenas 2GB disponíveis na conta gratuita.

Amazon Cloud Drive

Quem tem um Kindle ou já comprou livros na Amazon também tem direito a 5GB de armazenamento gratuito no serviço da companhia norte-americana. Como nos casos do Drive e do Dropbox, a sincronização também pode ser feita em PCs, Macs, Androids e iPhones.

Box

Este serviço é o queridinho de quem precisa trabalhar em documentos colaborativos, ou seja, aqueles que demandam a participação de pessoas em computadores distintos. São 10GB de espaço na conta gratuita, mas é possível comprar um plano 10x maior com a assinatura Personal Pro por US$11,50/mês.

OneDrive

É a opção da Microsoft. Basta logar com um e-mail Outlook/Hotmail ou criar uma conta rapidamente para ter acesso a 5GB de armazenamento grátis. Por R$4,00/mês, é possível migrar para o plano Básico, que oferece 50GB de espaço. Também há opções para quem quer incluir o pacote Office na compra.

E você, usa algum serviço diferente? Compartilhe a dica nos comentários!

Texto originalmente publicado em 28 de fevereiro de 2015.