rp_comic1_2014-12-12-16-24-39.jpg

Fique por dentro do que enrolou na Comic Con 2014

Enviamos nosso correspondente, André Mendes do time de QA, para resumir o que de mais legal aconteceu no encontro

A Comic Con Experience, maior evento geek da América Latina, movimentou São Paulo (e os escritórios da PSafe) entre os dias 4 e 7 de dezembro . É claro que nós, admiradores da cultura nerd, não ficaríamos de fora dessa. Enviamos nosso correspondente, André Mendes do time de QA, para resumir o que de mais legal aconteceu no encontro.

Ele marcou presença nos dias 6 e 7 de dezembro e conta a seguir tudo que rolou durante a feira e o fim de semana. Pronto? Fique por dentro dos destaques do evento geek mais esperado do século ano.

Por André Mendes

Ao contrário da impressão inicial dos primeiros dias de feira, de que o evento estava bem organizado, o fim de semana foi de verdadeiro caos e frenesi. Havia longas esperas em filas para praticamente tudo, sugerindo que os organizadores foram surpreendidos e se perderam em meio à quantidade de pessoas que visitaram a Comic Con. Com isso, problemas surgiram no sábado e também no domingo.

Foi preciso dispor de meia hora para conseguir embarcar na van do evento que levaria ao centro de exposições, cerca de duas horas para trocar o e-ticket comprado na internet por um ingresso de verdade e, no mínimo, meia hora de fila para as atrações MENOS populares, como os stands de venda de revista em quadrinhos. Imagina para conseguir acesso às principais? Deu vontade de voltar para o hotel.

Quem deixou para comprar os ingressos na última hora, economizou um bom tempo, já que o local dispunha de uma fila específica para os retardatários.

As atrações principais, como os painéis nos auditórios e as pré-estreias de Operação Big Hero e O Hobbit, foram praticamente impossíveis de se aproveitar. Assim, os organizadores do evento ofereceram uma verdadeira experiência de Comic Con, comparada à proporcionada pela versão original de San Diego, onde as pessoas (inclusive a imprensa!) dormem na fila para garantir um lugar nos auditórios.

Isso aconteceu no Brasil com O Hobbit. Havia gente no Twitter postando foto na fila por volta de 0h, mas o filme deveria começar somente às 10h30h! Mais loucos que fãs de boy bands e divas do pop, só que por um conteúdo bem melhor, né não!? J E eu me achando o malandrão ao chegar no local às 06h da matina! Encontrei dezeeeeenas centeeeeenas de pessoas na mesma situação.

#numfoitaoépico

Felizmente, o evento não foi de todo ruim. Havia muitas peças para exposição incríveis, como a armadura de Leão em escala 1/1 e peças usadas na filmagem de Vingadores 2. E alguns stands com atrações muito legais, como o da Vivo e do Omelete, que de hora em hora reunia o povo sentado no chão para rir bastante com participações bem divertidas e partidas de games transmitidas em telão, narradas feito jogos de futebol. Mas acho que faltaram mais atrações do tipo.

#agalerapira

O povo que foi de cosplay era uma atração à parte. Tinha gente sensacional e foi divertido investir um tempinho com essas coisas.

É verdade que existem eventos similares no país, como o Brasil Game Show e o Campus Party, mas o que se ouvia nos corredores do pavilhão era que as pessoas não esperavam por tantas filas para curtir os eventos. Na Comic Con, sem enfrentar filas, não restavam muitas opções. Mas, como é apenas a primeira edição do evento, acredito que os organizadores aprenderam bastante com os erros e a segunda edição (que já foi anunciada!) será melhor e mais organizada.

Algumas coisas como banheiro, água e segurança (não houve relatos de furtos) funcionaram bem se comparado a outros eventos do mesmo tipo e porte. Ao menos no que diz respeito às necessidades básicas, foi show! Eco nos “corredores” do encontro indicavam que, para alguns, o fim de semana foi épico, para outros, desapontador por conta do hype gerado. Para mim, o evento deixou um pouco a desejar.

Deadpool dançando Just Dance