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Movimentos que saíram da internet para as ruas

Confira os movimentos que saíram do âmbito das redes sociais para conquistar as ruas

Se a internet não contribuiu completamente para modificar nossas vidas, por outro lado ela ajudou a criar alguns movimentos bem legais — outros nem tanto. Se você é daqueles que adoram participar de tudo que está no buzz vai curtir este post. Separamos algumas das modas que foram impulsionadas pelas redes sociais.

Rolezinho

Os encontros eram presenciais e organizados por meio do Facebook. As reuniões em shoppings chegaram a reunir mais de duas mil pessoas e, em algumas ocasiões, houve tumultos, como saques e depredações. Mas os participantes, adolescentes em sua maioria, iam apenas para conhecer gente nova e paquerar.  Porém, um dos jovens que promoviam os rolezinhos em São Paulo teve um fim trágico. Leonardo Henrique Soares Alvarenga, de 16 anos, foi morto baleado por acidente por um amigo.

 

Isoporzinho

O que acontece quando os bares deixam a cerveja mais cara? Engana-se quem pensa que a galera fica em casa vendo TV. O Isoporzinho surgiu para dar um basta no alto preço das bebidas. O movimento nasceu na internet e ganhou as ruas da Zona Sul do Rio. O movimento consiste em se reunir em um lugar – pode ser uma praça ou na rua – para tomar aquela cervejinha gelada. Mas ao contrário de pagar um absurdo, cada um leva sua bebida de casa, comprada no mercado. O protesto pacífico fez tanto sucesso que se espalhou para as praias do Rio e chegou a outras cidades no Brasil.

 

Rolezinho do bem

Pegando carona no sucesso dos rolezinhos em shoppings, jovens de várias partes do Brasil usaram as redes sociais para promover uma campanha por uma causa nobre. Os rolezinhos do bem foram criados para ajudar os hemocentros na coleta de sangue. Em vez de pegação e funk, doação de sangue e um lanchinho no final. Justo, não?