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Os malwares que mais fazem vítimas no Brasil e no mundo

Conheça os vilões da internet neste post da PSafe

O mundo do crime virtual só cresce no Brasil e no mundo. O que dificulta a ação de autoridades, usuários comuns e empresas de impedir esses ataques são suas variadas formas, que estão sempre sendo renovadas pelos criminosos. Algumas dessas práticas são mais comuns que as outras, e já se tornaram uma praga praticamente incontrolável. É o caso dos malwares móveis e bancários.

Entre os casos mais graves do momento estão os ataques a dispositivos móveis. Existem no mundo, atualmente, mais de um milhão de amostras maliciosas. Há apenas três anos, havia 100 mil. A maioria dos malwares para celulares tem uma estrutura muito simples, embora seja projetada para roubar com eficiência o dinheiro das pessoas.

O malware móvel está seguindo um desenvolvimento semelhante ao experimentado pelo vírus para PC anos atrás. Em seus primeiros estágios, foram criados por amadores e só evoluíram lentamente para um negócio lucrativo. O malware móvel, mesmo com a sua estrutura simples, foi sempre um bom negócio desde o seu início.

Os smartphones e tablets são capazes de reunir e armazenar mais dados pessoais que os PCs: há uma abundância de dados valiosos a serem coletados, incluindo pessoais e informações financeiras. Por isso, o foco do malware móvel sempre foi o financeiro. E, mesmo que os ataques a smartphones e tablets sejam recentes, estão se desenvolvendo muito mais rápido do que as ameaças para computadores em seus anos iniciais. 

Um exemplo prático é o vírus de Android na China que infectou mais de 100 mil aparelhos em menos de 17 horas este ano. O malware foi feito por uma só pessoa. Os aparelhos vendidos com Android no país dificilmente chegam com a loja Google Play de fábrica, por isso a maioria das pessoas, para instalar seus jogos e aplicativos, necessita ativar a opção “fontes desconhecidas”, deixando o sistema totalmente vulnerável.

Com o nome de Heart App, o aplicativo tinha o objetivo de ajudar nos assuntos do coração. Ele gerou grande interesse entre os chineses e, por isso, o vírus se espalhou através de lojas de aplicativos de terceiros facilmente. Esse malware se comporta de maneira diferente de outros vírus. Ao afetar um dispositivo, ele já mandava mensagem automaticamente para os primeiros 99 nomes da lista de contatos da vítima, se espalhando rapidamente.

Malwares mais elaborados, como os ransomwares e spywares, estão crescendo e lentamente tomando o controle dos aparelhos móveis, ao mesmo tempo em que o universo online das potenciais vítimas vai crescendo.

Malwares bancários são dor de cabeça

O número de malwares bancários móveis alcança marcas incríveis diariamente. Somente no primeiro trimestre de 2014, mais de 2,5 mil ataques foram registrados durante o período, quase o dobro em comparação com o ano passado, que chegou a registrar 1.321 amostras.

A proporção de ameaças voltadas para o Android ultrapassou 99% de todos os códigos maliciosos para dispositivos móveis. O malware aumentou 1% ao longo do trimestre.

O Brasil, por exemplo, assumiu o indesejado 4º lugar no ranking dos países mais afetados por malwares bancários, perdendo só para os Estados Unidos, Japão e Índia, de acordo com estudo realizado pela Trend Micro. Embora seja preocupante o país estar no topo da lista, ele se encontra melhor do que em 2013, quando ocupava a segunda posição com 12% dos ataques globais (agora o percentual é de 7%).

Apesar disso, a empresa ressalta que os números altos que finalizaram 2013 poderiam ser atribuídos à temporada de férias e final de ano, quando os criminosos focam em compradores online.

De acordo com o levantamento, os cibercriminosos continuam desenvolvendo novas maneiras de obter lucros financeiros com ataques e passaram a ter uma abordagem não tradicional na seleção de alvos improváveis, como por exemplo, ameaças avançadas para terminais de ponto de venda (PoS) e a exploração de desastres. Apesar de bem protegidos, estes novos alvos estão na mira de criminosos ao redor do mundo.

O terror dos computadores

Ele tem apenas um ano de vida, mas está fazendo estrago em muitos computadores pelo mundo. O vírus CryptoLocker tem o malware P2P ZeuS (também conhecido como Gameover ZeuS) como seu principal método de distribuição. Depois de infectar o PC do usuário, ele criptografa e rouba arquivos como documentos e imagens. Para desbloquear os arquivos, o hacker pede que a vítima pague um “resgate” em dinheiro em até 72 horas.

Mais de 540 mil computadores em todo o mundo foram infectados com o malware entre setembro de 2013 e maio de 2014. Cerca de 1,3% das vítimas pagaram o resgate, o que indica que a maioria acabou perdendo seus arquivos.

O fim do CryptoLocker ainda é um objetivo distante, já que ele vem evoluindo e continua a infectar computadores em todo o mundo.

Um aniversário indigesto

Existem também aqueles malwares que parecem ser indestrutíveis, e acabam incomodando na internet durante anos. E uma enorme campanha de espionagem cibernética para roubo de dados que teve como alvo bancos, empresas e governos da Alemanha, Suíça e Áustria, completou 12 anos de existência em 2014. A Harkonnen Operation, como foi apelidada, chegou provavelmente à linha de vida mais longa entre malwares em operação na história.

A campanha envolveu mais de 800 empresas de fachada registradas no Reino Unido – todas usando o mesmo endereço IP – que ajuda o invasor a instalar malware em servidores de vítimas e equipamentos de rede de diferentes alvos. No total, os criminosos vitimaram cerca de 300 empresas e organizações.

A partir da análise e pesquisa de trabalho feita pela empresa CyberTinel, acredita-se que os hackers haviam penetrado na primeira rede de computadores no ano de 2002.

Proteção acima de tudo

Não importa qual seja o malware do momento. Os usuários devem estar sempre protegidos, desde computadores a dispositivos móveis. E o PSafe Total oferece uma proteção completa contra os mais variados tipos de ataques. Ele é grátis, tem certificação ICSA Labs e AV-Comparatives e protege em tempo real contra vírus e ameaças com uma base de dados sempre atualizada.

O mesmo vale para os dispositivos móveis. O PSafe Total Android lhe dá a proteção necessária contra vírus, certificada pelo AV-TEST, e ainda possui ferramentas de bloqueios, o que aumenta a segurança e privacidade dos usuários. Tanto a versão para PCs quanto a de celulares também contam com ferramentas que tornam seus aparelhos mais rápidos.

E, claro, você deve sempre tomar cuidados especiais, como trocar regularmente suas senhas e nunca adquirir produtos ou aplicativos piratas, que não estejam registrados em fontes oficiais ou que lhe geram qualquer dúvida.