Você sabia que nós, brasileiros, estamos entre as maiores vítimas de crimes virtuais contra a privacidade? Também pudera: cada vez mais conectados, viramos um alvo fácil de quem quer se dar bem às custas dos outros no mundo online. Separamos quatro dados impressionantes sobre o assunto para você se informar e, assim, ter mais segurança e privacidade na hora de navegar na internet. Confira:
O dado é impressionante e deve servir de alerta, como mostra esta reportagem da Band. Pequenos, discretos e muito desejados, os celulares estão entre os maiores queridinhos do mercado ilegal, que repassa itens roubados. Pior: como nem todo mundo registra o boletim de ocorrência, acredita-se que o número pode ser bem maior.
Como se não bastasse a facilidade com que são passados adiante, os telefones ainda guardam um tesouro para os bandidos: fotos, mensagens e dados pessoais das vítimas.
Tão populares quanto os celulares, que já são mais de 260 milhões no país, são os crimes relacionados a eles. Para se ter uma ideia, nove em cada 10 brasileiros foram vítimas diretas ou conhecem alguém que já sofreu com esse tipo de problema, que pode chegar a envolver o sequestro de informações e a exigência de resgate em forma de pagamento.
Nestes casos, quem não conta com um app de proteção avançada corre o sério risco de ter os dados vazados caso não aceite pagar pelo resgate ou não se submeta a outros tipos de chantagem.
É assustador, mas real: segundo reportagem da Exame, mais da metade dos casos de cibercrimes no Brasil está diretamente relacionada ao roubo de dados pessoais. São milhares de pessoas que todos os anos enfrentam situações como o vazamento de fotos e mensagens privadas, além de informações confidenciais e até mesmo bancárias.
Além do trauma, tais situações podem se transformar em uma enorme dor de cabeça.
Se para a maioria dos criminosos virtuais qualquer vítima é passível de um ataque, para alguns deles o alvo é bastante específico: mulheres entre os 18 e os 25 anos que geralmente não contam com a proteção de um app de segurança no smartphone, como mostra matéria do G1.
As ameaças são tão iminentes que, só em fevereiro de 2016, o DFNDR Security barrou 3,4 milhões delas apenas em telefones com o sistema Android.
Os dados não mentem. Quanto mais usamos a tecnologia sem nos preocuparmos com a segurança das nossas informações, mais nos tornamos vulneráveis à ação de bandidos e quadrilhas virtuais. O bom é que, por incrível que pareça, tomar as medidas necessárias para evitar o perrengue é fácil — e você vai ver que, no fim das contas, prevenir é mesmo melhor que remediar. Siga nossas dicas:
Comece ativando o Cofre e o Antifurto do DFNDR Security. Com eles, você aumenta as barreiras de proteção do seu Android e pode retomar o controle do smartphone mesmo a distância, além de contar com uma senha extra que barra o acesso aos seus apps preferidos mesmo com a tela desbloqueada.
Em seguida, ative a Proteção Avançada. Ela reforça a atuação do Cofre e do Antifurto e torna ainda mais difícil que qualquer pessoa mal-intencionada roube ou vaze seus dados.
Se ainda não tiver a proteção do DFNDR Security, aproveite e baixe já no Google Play.
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