Há mais de dois anos, escândalos de espionagem contra a NSA, a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, estão sendo amplamente divulgados. Agora, em 2015, outra bomba vem à tona: a NSA planejava usar lojas de aplicativos, como a Play Store, para injetar malwares em smartphones.
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De acordo com os documentos (de Novembro de 2011 à Fevereiro de 2012), não há certeza se o plano foi colocado em prática, mas os malwares rastreariam os dados trocados entre os servidores e os smartphones dos usuários.
O usuário receberia as atualizações dos apps como se elas tivessem sido enviadas por fontes oficiais, sem perceber o ataque. Ainda poderia haver o redirecionamento de mensagens e histórico de acesso para a NSA.
A Agência de Segurança já foi acusada, no passado, de obter o acesso às informações dos usuários através da interceptação de cartões SIM para instalação de rastreadores ou, até mesmo, a alteração dos smartphones antes de chegarem às lojas, para a instalação de bugs capazes de facilitar a espionagem.
A NSA não se pronunciou sobre as novas revelações. O Google (Play Store) também não quis comentar o caso.
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