O ano de 2014 foi repleto de ataques cibercriminosos, atingindo alvos prováveis e improváveis. Foram 12 meses difíceis para os donos de empresas que se tornaram vítimas dessas ameaças. A Sony Pictures, por exemplo, sofreu violação em dezembro. Ela, junto com outras grandes violações do ano, ilustrou o tamanho das perdas que podem atingir uma empresa que não conseguiu assegurar a sua rede.
O Instituto Ponemon relata um aumento significativo de registros roubados em 2014, em relação ao ano anterior, o que mostra que os ataques para atingir varejistas é um próspero negócio para os criminosos. Ao longo de todo o ano, observou-se que a maioria dos ataques foi causada pelo malware presente em caixas registadoras ou em terminais POS. As maiores vítimas foram Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.
Software e plataformas, anteriormente considerados seguros, provaram o contrário em 2014. As fragilidades foram evidenciadas pelo alto perfil que as vulnerabilidades Heartbleed e Shellshock encontraram nos sistemas Linux. Falhas de segurança também foram achadas em diversos softwares comerciais como Windows, Adobe e Java durante o ano.
De acordo com dados da Trend Micro, cerca de 145 mil computadores foram infectados por malwares bancários em 2014.
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