Após ação movida pelo espanhol Mario Costeja Gonzalez – que questionou a relevância e invasão de privacidade de conteúdo relacionado a seu nome no sistema de buscas (Entenda: sua casa foi a leilão por dívida, mas mesmo após quitar os débitos, a informação seguia listada no Google) – receber parecer favorável da Corte de Justiça da União Europeia, o Google recebeu mais de 12 mil pedidos de remoção de links no continente.
Por decisão judicial, o Google viu-se obrigado a oferecer aos usuários europeus ferramenta que permite solicitar remoção de conteúdos “irrelevantes, inadequados ou não mais relevantes”. A avalanche de pedidos de remoção surpreendeu e muitos manifestaram o desejo de sumir do ranking de buscas do Google.
A empresa irá avaliar os pedidos para ver se eles se enquadram nos termos da decisão judicial e promete dar trabalho ao Google, já que em momentos de pico, chegam novos pedidos a cada 20 minutos. Em caso procedente, o conteúdo não desaparece da rede, mas não é mais listado no resultado de pesquisas. O Google não respondeu o prazo necessário para a retirada e as mudanças serão aplicadas apenas na versão europeia do Google. Larry Page, CEO do Google, manifestou seu desconforto com a decisão e teme que outros países menos avançados tomem atitude semelhante, para censurar seus cidadãos.
Um ataque hacker ao Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, acendeu um alerta sobre…
Inteligência artificial no celular já consegue criar imagens, resumir textos, responder perguntas e ajudar a…
Um código do WhatsApp que você não pediu aparece de repente por SMS. Logo vem…
Criar cartões de estudo com IA virou uma maneira rápida de transformar resumos, matérias e…
Os dots da OpenAI chegaram ao anúncio da empresa em 29 de setembro com uma…
A mensagem “armazenamento quase cheio” costuma aparecer no pior momento: na hora de gravar um…