A ideia é manter o perfil do usuário “vivo” após a morte da pessoa. Isso será feito através de um robô quer irá analisar todas as postagens, sorrisos (equivalente a curtidas) e interações com os outros usuários para depois poder reproduzi-los.
Esses robôs serão os responsáveis por manter a rede social ativa após a partida. Eles trabalharão para manter os níveis de engajamento do usuário utilizando a interação do “espelho virtual” e continuarão sorrindo, eternamente, para as publicações que têm a ver com o perfil daquela pessoa.
O usuário tem a possibilidade de conhecer esse espelho virtual antes de morrer e analisar se as futuras interações estão de acordo com a sua personalidade e gostos. Se não estiver satisfeito é possível redefinir as atividades para as futuras publicações.
Também é possível utilizar o espelho virtual enquanto vivo para programar interações de todos os tipos enquanto você estiver off-line. A página inicial lembra o feed de notícias do Facebook e ela possui perfis que atuam de forma semelhante ao de Mark Zuckerberg.
A rede social foi criada e desenvolvida por um português chamado Henrique Jorge, que afirmou à BBC Newsbeat que pretende deixar o sistema da rede mais potente. Isso se deve a entrada diária de novos usuários.
Hoje, a Eter9 conta com 5.000 pessoas inscritas e funciona apenas na versão Beta.
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