Tirar uma foto, passar para o computador e publicar no seu Flogão. Quem foi adolescente nos anos dois mil sabe bem do que estamos falando. Nessa mesma época o falecido Orkut já permitia criação de álbuns com 12 fotos, enquanto a rede só possibilitava uma foto por página. Assim começou o declínio do site favorito entre os adolescentes da época.
Colocar músicas de fundo, letras animadas e compartilhar alguns momentos eram de fato viciantes para um período em que a internet estava só se consolidando. Mas, com a chegada dos celulares, a tecnologia deu passos largos para o futuro e abandonou de vez as máquinas digitais de bolso. Com isso, a rede social que foi uma verdadeira febre sofreu um declínio e quase chegou ao fim.
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Hoje, os flogs não são consultados só para encontrar fotos de alguém que ficou famoso ou relembrar o próprio passado obscuro e perdido nas páginas web. A comunidade que integra o flogão conseguiu se reinventar e transformou o site numa rede social de caminhoneiros e amantes do transporte. O endereço virtual, atualmente, reúne amantes de caminhões e fãs automobilísticos de todo país.
Ali os perfis compartilham fotos, marcam encontros e até exibem seus carros com o mesmo valor de uma barriga chapada no Instagram ou um check-in numa viagem internacional no Facebook. Vale navegar pelas páginas e ver no que o Flogão se transformou.
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