Navegar na internet pode ser muito perigoso. Basta digitar um termo ambíguo e imagens inapropriadas podem aparecer na sua frente num piscar de olhos. Quem nunca buscou um termo comum e se deparou com alguma foto de pornografia? A internet facilita o acesso a conteúdo explícito e não analisa idade de quem busca.
Por este motivo, é preocupação e responsabilidade dos pais a verificação dos sites visitados pelas crianças que estão em casa. Existem muitos programas que boqueiam conteúdo pornográfico e imagens violentas. Mas nem todos são eficientes.
Veja também: De olho nas crianças no mundo digital.
Pensando nisso o Thinga, buscador similar ao Google, foi criado. O desenvolvedor americano se preocupou em elaborar um produto que encontre apenas conteúdos classificados como amigáveis, ou seja, livre de ameaças para os pequenos.
A partir desta classificação o Thinga não encontra termos por palavra-chave, mas por qualidade e indicação etária. Obviamente que, por estar começando, os resultados não são como o Google e ainda há poucos links em português. Mas se o usuário faz a busca em inglês já encontra sites relevantes e que suprem a necessidade da busca.
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