Não é uma pegadinha. A casa inteligente da Honda é capaz de gerar, por meio de paineis solares, energia suficiente para se manter e ainda abastecer os carros elétricos.
Um grupo da UC Davis, Universidade da Califórnia, em conjunto com a Honda e a Pacific Gas & Electric, construiu a Honda Smart Home, a casa inteligente que promete não só revolucionar as formas de habitação convencionais como ser um forte aliado do meio ambiente.
A tecnologia aplicada no conceito consegue, ao mesmo tempo, reduzir emissões e fontes de poluição, produzir, administrar, distribuir e reaproveitar energia. Segundo a empresa, a casa é capaz de gerar um excedente de 2,6 megawatts/hora.
A casa, que teve o início de sua construção em 2013, deverá servir de moradia para um membro da UC Davis, a ser escolhido, estará mobiliada e terá na garagem um veículo elétrico para deslocamento do morador. O projeto surge como boa alternativa nos EUA, onde carros e casas juntos são responsáveis por 44% da emissão dos gases que contribuem para o efeito estufa.
Na casa, o cérebro da operação é um sistema proprietário de gestão de energia (HEMS). Um sistema de hardware e software que monitora, controla e otimiza a geração e o consumo de energia em todo microgrid. O sistema, que se completa com uma bateria de 10kw/hora, armazena a energia gerada pelos paineis solares para usos noturnos.
Até mesmo o material utilizado para a construção da casa foi, digamos, com aspecto verde. Parte de cimento utilizado é originário de uma substância sustentável, a prozalana, resultado de acúmulo de cinza vulcânica, que necessita de menos calor para aquecer até virar cimento, contribuindo com a redução de gases.
A casa possui uma bomba geotérmica que permite aquecer – ou arrefecer – a água por um único sistema. A água aquecida é reservada em um tanque e distribuída para chuveiros. Quando chega ao ralo, é reaproveitada para reaquecimento da água fornecida pela companhia de abastecimento local, reduzindo assim a quantidade de energia necessária para um novo aquecimento.
Ao fim do processo, a água proveniente do chuveiro fica armazenada em tanques localizados abaixo do jardim. Uma vez ali, o resíduo é naturalmente aquecido pelo solo e, posteriormente, devolvido à residência. Isso permite gerar aquecimento e arrefecimento dos ambientes, pois o mesmo trabalho também é feito com a água fria.
A Honda estima que a casa colabore com uma redução de emissões de carbono equivalente a 5,9 kg ao ano, podendo chegar a 10,6 kg se considerado o veículo elétrico da residência.
Criar cartões de estudo com IA virou uma maneira rápida de transformar resumos, matérias e…
Os dots da OpenAI chegaram ao anúncio da empresa em 29 de setembro com uma…
A mensagem “armazenamento quase cheio” costuma aparecer no pior momento: na hora de gravar um…
Perder o celular costuma transformar uma tarefa simples em uma corrida contra o tempo. O…
O malware RatHat no Android chamou atenção porque usa inteligência artificial durante o ataque. A…
A Siri AI em português começa a chegar em versão beta em outubro de 2026,…