Neste post, tudo junto e misturado. Em cima das últimas notícias que saíram na rede, resolvemos parar para criticar avaliar o que está sendo discutido no mundo em relação aos produtos e serviços online que tanto amamos.
Fora o investimento da rede social de Mark para se tornar o principal serviço de conexão entre pessoas, com investimento em plataformas de chat, vídeo e mídias, a curadoria de conteúdo do Facebook é algo que ainda irrita muita gente. Depois do cada vez mais distante alcance orgânico, a rede social agora quer priorizar informação gerada por seus amigos em detrimento de posts de empresas que você é fã na sua timeline. Está cada dia mais difícil ficar por dentro do que acontece no mundo pelo Facebook. Mudanças à vista:
As mudanças no microblog geralmente causam revolta na web. A busca por um modelo de negócio que rivalize com as principais empresas da internet está matando a diferenciação do Twitter. Agora, o Twitter irá ampliar a possibilidade de contato com você por meio da rede e liberar mensagens diretas mesmo entre pessoas que não se seguem. É a entrada definitiva da empresa no mercado de mensageria instantânea. Isso não é novidade. O Twitter liberou o serviço em 2013, mas rapidamente voltou atrás. Desta vez, uma exigência, o usuário terá que liberar o contato com ele por meio das configurações.
Cada vez mais as pessoas utilizam os smartphones para se conectar e navegar na internet. Isso não é novidade. Também não é coisa nova a má adaptação do layout de páginas na internet na tela do seu celular. Pensando nisso, o Google irá banir dos resultados de busca realizados via mobile, os sites que não são responsivos à plataforma móvel. Ou seja, que não apresentem configurações ideias para visualização em pequenas telas e formatos. Você pode verificar como o Google avalia seu endereço na internet neste site de teste.
O mercado audiovisual está passando por uma revolução. A compra de faixas na internet pela primeira vez superou outras formas de comercialização de música. O rádio tradicional então é cada vez mais coisa do passado e objeto de museus. Quem ainda não se convenceu que música se escuta online, deve ter recebido a notícia do fim do FM na Noruega em 2017 com pavor. Mas quem já está viciado em streaming e não consegue ficar um dia sequer sem acessar o Spotify ou a Rdio no seu Android, deve estar pensando: Como tem gente que ainda liga o aparelho procurando se conectar às ondas de rádio tradicionais, se poderia escolher sua playlist online? É, tem muita gente resistente a mudanças.
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