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O que usar para certificar APPs: teste manual ou automatizado?

Comumente, toda história tem sempre dois lados. E no caso de testes que certificam a qualidade de APPs, produtos e serviços de tecnologia não é diferente. Caso busque na internet, vai encontrar diferentes versões e pontos de vista sobre que tipo de teste usar: manual ou automatizado.

Para que você possa chegar a suas próprias conclusões, preparamos um levantamento sobre os pontos positivos e negativos de cada uma destas opções. E você o que diria: teste manual ou automatizado? Qual é melhor para garantir um produto/serviço tech de qualidade?

Por que teste automatizado é melhor que teste manual

O teste automatizado é explícito ou, traduzindo para a linguagem popular, preto no branco. E, por ser realizado por uma máquina, apresenta maior consistência que o teste manual, executado por humanos e, por isso, passível de erro resultante de cansaço, preguiça ou desatenção.

Com o teste automatizado é mais fácil:

– Reproduzir bugs encontrados e poder localizar com agilidade o comando executado que gerou o resultado.

– Acelerar o resultado dos testes ao diminuir o tempo de entrada e verificação da hipótese.

– Testar simultaneamente o software ou APP em diferentes plataformas, dispositivos ou navegadores.

– Verificar condições simultâneas e humanamente impossíveis, como realizar diversas ações ou transações ao mesmo tempo, por exemplo.

Por que teste manual é mais indicado que teste automatizado

Para automatizar um teste, o trabalhador de QA precisa antes validá-lo manualmente. Mesmo que existam questionamentos em relação à afirmação anterior, o teste manual pode ser usado para verificar o resultado do teste automatizado.

Com o teste manual é possível:

– Analisar e rejeitar rapidamente acontecimentos inesperados que podem interromper os testes, como abertura de pop-up ou alertas de sistema.

– Somar conhecimento, capacidade analítica e opinião para determinar se algo está ou não funcionando como deveria.

– Mapear bugs secundários por percepções adicionais durante o período de testes e, com isso, ampliar as fronteiras do teste, vasculhando novos diretórios e partes de produtos, o que não é possível com o teste automatizado – caso já não esteja programado.

– Conhecer problemas de layout e bugs menos importantes, que não resultam em falha, mas comprometem a experiência do usuário com o produto ou serviço.

– Vasculhar o produto/serviço de forma minuciosa.

É verdade que hoje, com o avanço das ferramentas e softwares, é possível construir testes automatizados bem arquitetados, muito mais robustos e precisos que os testes manuais. E se os celulares agora falam, provavelmente, esta será mais uma batalha na fila para vitória da máquina sobre o homem.

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