Tela de computador com o site do dfndr enterprise

Solução empresarial da PSafe fica gratuita na Black Friday

Objetivo é garantir que as empresas descubram se já tiveram vazamento de dados, que poderiam ser utilizados em ciberataques e que costumam aumentar neste período do ano

A PSafe, empresa líder em cibersegurança e Inteligência Artificial da América Latina, está disponibilizando gratuitamente, para novos clientes, sua solução de segurança empresarial, dfndr enterprise, às vésperas da Black Friday. O objetivo é garantir que as empresas descubram se já tiveram seus dados (que poderiam ser utilizados em ciberataques e ocasionar a invasão de seus sistemas) vazados, deixando-os fora do ar na quinzena da Black Friday. Em 2020, a PSafe registrou um aumento de 80% de bloqueio de golpes durante a Black Friday.

A ferramenta pode ser testada gratuitamente neste link.

“Em 2020, somente na segunda quinzena de novembro, que incluiu a Black Friday, bloqueamos mais de 1.8 milhões de tentativas de ataques. Isso representou um aumento de 80% em relação à quinzena anterior, quando o número de bloqueios foi de cerca de 1 milhão”, alerta o CEO da PSafe, Marco DeMello.

Tela de cadastro do dfndr enterprise

Print da página para cadastro grátis no dfndr enterprise (Reprodução/ PSafe)

Quais são os possíveis prejuízos?

Tradicional data do comércio nos Estados Unidos, a Black Friday começou a ser realizada no Brasil em 2010 e, desde então, tem crescido ano após ano. No Brasil, em 2020, movimentou no e-commerce cerca de R$ 4 bilhões, e a estimativa é que ela movimente neste ano, R$ 10 bilhões no varejo, um aumento de cerca de 30% em relação ao ano passado.

“Há diversos fatores que contribuem para mais vulnerabilidades neste período, um deles é a intensificação dos golpes de phishing, que têm sido cada vez mais direcionados a colaboradores de empresas. Neste período de Black Friday, em especial, eles vêm principalmente em forma de grandes promoções. Imitando os sites originais, fica cada vez mais difícil distinguir o que é golpe ou não. Somente nos dez primeiros meses deste ano, nossa projeção indicou que mais de 150 milhões de brasileiros foram vítimas de phishing”, destaca Marco DeMello.

Os phishings são golpes virtuais que buscam enganar as vítimas, com sites e aplicativos falsos se passando por empresas ou pessoas famosas. Eles mantêm as mesmas características das originais, mas com pequenas alterações, como mudança em uma letra da URL. 

Esses golpes têm o objetivo de fisgar o usuário para obter informações confidenciais e geralmente oferecem falsas promoções, brindes ou até mesmo uma solicitação de atualização.

Print de phishing simulando promoção de uma grande loja de varejo (Reprodução/ PSafe)

Além disso, segundo o dfndr lab, laboratório especializado em cibersegurança da PSafe, os maiores riscos de golpes virtuais para empresas nesta época são tornar os equipamentos vulneráveis a ataques. Isso pode ser feito pelo roubo de credenciais, que podem ocasionar desde uma invasão ao sistema até tirar o site do ar. 

“Temos identificado cada vez mais perfis falsos, muitos deles sendo de lojas virtuais, o que tem atraído cada vez mais vítimas. Uma credencial vazada ou vulnerabilidade explorada por um cibercriminoso poderia ocasionar uma invasão a um site. Já imaginou o que representa para uma empresa ter o seu site fora do ar durante a Black Friday?”, acrescenta o CEO.

A partir de uma invasão, os prejuízos podem ser muito maiores, indo desde a exposição indevida de dados até um ataque ransomware, que é quando os cibercriminosos instalam um programa malicioso em um dispositivo, sendo capaz de “sequestrar” o acesso às informações ali presentes e criptografá-las, tornando-os inacessíveis para os proprietários.

Para recuperar os dados roubados, os criminosos cobram um resgate financeiro altíssimo e, além do prejuízo com o pagamento do resgate, há outras possíveis consequências, como a paralisação parcial ou total do negócio e o risco da multa pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que pode chegar a R$ 50 milhões.

Como funciona a proteção empresarial?

Baseada em Inteligência Artificial (IA), a solução é capaz de detectar e bloquear ameaças em segundos. “Como os ciberataques são planejados e executados a partir de IA, nossa solução utiliza a mesma tecnologia para combatê-los. A inteligência da nossa solução, baseada em  machine learning e deep learning, aprende sobre comportamentos maliciosos e bloqueia qualquer ameaça antes mesmo de ser instalada no dispositivo”, explica o CEO.

Somente no último trimestre, a solução bloqueou mais de 12 milhões de malwares, número que representa um aumento de mais de 150% em relação ao trimestre anterior, que abrangeu os meses de abril, maio e junho. Malwares são softwares maliciosos utilizados para causar danos a um dispositivo, rede ou sistema.

Apesar de ser uma solução bastante completa, o dfndr enterprise possui interface simples e bastante intuitiva, o que permite que qualquer empresa, independentemente de possuir equipe de tecnologia da informação ou não, possa utilizá-la. 

Além de bloquear qualquer ameaça, a solução disponibiliza ainda o verificador de dados, que identifica, em segundos, se os colaboradores já tiveram e-mails e senhas vazados. “Queremos garantir às empresas brasileiras que elas consigam operar normalmente durante todo este período, que representa tanto para a economia e o comércio brasileiro”, finaliza DeMello.

Quais as ameaças de malware combatidas pelo dfndr enterprise?

  • Ransomware – Impede o acesso aos arquivos, liberando-os apenas com um resgate;
  • Malvertising – Malwares espalhados por meio de anúncios, possivelmente até em sites confiáveis, sem seu conhecimento;
  • Crypto Jacking – Usa o poder computacional disponível no dispositivo para minerar criptomoedas; 
  • Spyware – Atua como espião, procurando informações e enviando-as ao atacante;
  • Adware – Exibe anúncios indesejados na tela dos usuários;
  • Trojan – Após instalado, passa o controle do dispositivo externamente para o atacante;
  • Worms – Possui características de replicação automática; 
  • Rootkits – Utilizam técnicas para se esconder de soluções de segurança, como os antivírus.
  • Backdoor – São funções ocultas em um software, seja ele malware ou não, que permitem o acesso a um sistema ou aplicação de forma não autorizada. 

É importante destacar que um malware não é necessariamente de um único tipo. Um ransomware, por exemplo, também pode ser um trojan. 

Dicas de segurança

Os especialistas do dfndr lab listaram uma série de dicas para não cair em golpes virtuais:

  • A primeira e principal dica para empresas é: tenha sempre uma solução de segurança instalada em seu dispositivo, como o dfndr enterprise.
  • Em linhas gerais, evite clicar em links de fontes desconhecidas, especialmente os que forem compartilhados via aplicativos de troca de mensagem e redes sociais.
  • Crie o hábito de duvidar das informações compartilhadas na internet e nunca informe dados sensíveis em links de procedência duvidosa.
  • Procure sempre confirmar a veracidade das informações nas páginas e sites oficiais das empresas.
  • Na dúvida, você pode sempre testar se um link é confiável, gratuitamente, no site do dfndr lab. https://www.psafe.com/dfndr-lab/pt-br/