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Três tecnologias que podem se tornar a evolução do 4G

Enquanto os brasileiros sofrem com o péssimo sinal 3G das operadoras e muitas cidades ainda nem sonham com o 4G, diversas empresas mundo afora estão trabalhando para levar a um próximo patamar a transmissão de dados por dispositivos móveis. De velocidade surpreendente a melhoria na estabilidade e cobertura, conheça algumas tecnologias que estão em desenvolvimento e podem chegar em breve para os consumidores.

pCell

Desenvolvida pela Artemis Networks, uma das soluções apontadas como a sucessora do 4G é uma tecnologia conhecida como pCell. Com promessa de ser mil vezes mais rápida que as redes atuais, a principal diferença está na estrutura das antenas. Enquanto as redes atuais utilizam antenas capazes de cobrir grandes áreas, a pCell aposta em antenas menores e mais eficientes. Outra vantagem está no custo. A empresa garante que os planos serão bem mais baratos do que os cobrados atualmente. A primeira rede pCell já esta sendo implantada em São Francisco, nos EUA, e para utilizá-la é preciso comprar o chip da empresa e ter um iPhone 6 ou iPad Air 2 – os gadgets da Apple foram escolhidos por serem compatíveis com diversas bandas diferentes. A tecnologia ainda precisa de alguns testes para ser homologada pelo governo e expandir.

vantagem está no custo. A empresa garante que os planos serão bem mais baratos do que os cobrados atualmente. A primeira rede pCell já esta sendo implantada em São Francisco, nos EUA, e para utilizá-la é preciso comprar o chip da empresa e ter um iPhone 6 ou iPad Air 2 – os gadgets da Apple foram escolhidos por serem compatíveis com diversas bandas diferentes. A tecnologia ainda precisa de alguns testes para ser homologada pelo governo e expandir.

NGMN

Possui vários fabricantes renomados apoiando, mas ainda deve levar algum tempo até estar pronta para ser testada. A Samsung é uma das empresas parceiras e prevê que somente em meados de 2020 desenvolva um smartphone compatível com a nova rede. Conhecida como Nova Geração de Redes Móveis (NGMN, em inglês), o principal atrativo da tecnologia é a velocidade. Estima-se que ela poderá chegar a 1Gbps. No entanto, ela esbarra em um obstáculo, principalmente quando for implantada no Brasil. O espectro, faixa de transmissão por rádio, possui um limite e já está quase todo ocupado por diversos outros serviços.

Ericsson

Apesar de ter vendido sua divisão de celulares para a Sony, a Ericsson ainda é protagonista no mercado de telecomunicações, principalmente na transmissão de dados sem fio. A empresa sueca também está desenvolvendo a sua versão do 5G, baseado em pesquisas utilizando faixas diferentes do espectro. Em testes realizados, a tecnologia conseguiu atingir incríveis 5Gbps. Com essa velocidade seria possível baixar um filme de 50Gb em apenas 80 segundos. O estudo, no entanto, ainda precisa ser aprimorado e deve levar alguns anos até chegar ao consumidor, mas operadoras asiáticas já fecharam acordo com a Ericsson para a utilização da tecnologia.

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