{"id":4390,"date":"2014-07-22T15:00:00","date_gmt":"2014-07-22T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/bateria-nao-agride-meio-ambiente-dura-15-anos"},"modified":"2014-08-04T16:10:42","modified_gmt":"2014-08-04T19:10:42","slug":"bateria-nao-agride-meio-ambiente-dura-15-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/bateria-nao-agride-meio-ambiente-dura-15-anos\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a bateria que n\u00e3o agride o meio ambiente e dura 15 anos"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" alt=\"Super bateria pode durar at\u00e9 15 anos\" src=\"https:\/\/static.psafe.net\/blog\/super-bateria_2014-07-21.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>Uma novidade est&aacute; mexendo com a curiosidade de muitas pessoas: <strong>a bateria ecologicamente correta e que pode durar at&eacute; 15 anos<\/strong>. Mas, muita calma nessa hora! N&atilde;o precisa quebrar o porquinho e sair correndo com as &nbsp;economias para compr&aacute;-la. Ela n&atilde;o est&aacute; &agrave; venda, nem serve para seu gadget. Pelo menos, por enquanto. &nbsp;<\/p>\n<p>Um grupo de pesquisadores da Universidade do Sul da Calif&oacute;rnia desenvolveu uma bateria que n&atilde;o tem em sua composi&ccedil;&atilde;o metais ou materiais t&oacute;xicos. E ser&aacute; destinada ao uso em usinas de energia.<\/p>\n<p>O material utilizado &eacute; principalmente formado por componentes ecol&oacute;gicos e econ&ocirc;micos de base org&acirc;nica. A bateria, segundo os especialistas, <strong>pode durar aproximadamente 5 mil ciclos de recarga<\/strong>, o que amplia sua vida &uacute;til para at&eacute; 15 anos.<\/p>\n<p>As baterias de material t&oacute;xico, como os de &iacute;on de l&iacute;tio, duram apenas mil ciclos, com custo dezenas de vezes maior.<\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Energias renov&aacute;veis<\/strong><\/h2>\n<p>De acordo com o pesquisador Surya Prakash, as baterias org&acirc;nicas, desenvolvidas neste tipo de tecnologia, ser&atilde;o um marco e uma mudan&ccedil;a de mentalidade. Empresas de energias renov&aacute;veis passam a ter maior representa&ccedil;&atilde;o no que diz respeito &agrave; gera&ccedil;&atilde;o e ao armazenamento de energia.<\/p>\n<p>Segundo Prakash,a inseguran&ccedil;a de produ&ccedil;&atilde;o das fontes de energia renov&aacute;veis torna as empresas ref&eacute;ns de condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas sazonais. Com as novas baterias, esse quadro deve ser revertido, uma vez que a energia excedente pode ser mais bem armazenada e distribu&iacute;da, de acordo com a necessidade.<\/p>\n<p>A nova bateria &eacute; baseada em um design de fluxo redox, semelhante ao design de uma c&eacute;lula de combust&iacute;vel, com dois tanques de materiais eletroativos dissolvidos na &aacute;gua. As solu&ccedil;&otilde;es s&atilde;o bombeadas para uma c&eacute;lula contendo uma membrana entre os dois fluidos, com eletrodos de cada lado, liberando, assim, a energia.<\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Vantagens<\/strong><\/h2>\n<p>Entre outras vantagens est&aacute; que o produto faz a dissocia&ccedil;&atilde;o da pot&ecirc;ncia de energia. Os tanques de materiais eletroativos podem ser constru&iacute;dos em tamanho grande, de acordo com a necessidade, aumentando a quantidade total de energia que o sistema pode armazenar. Ou a c&eacute;lula central pode ser ajustada para liberar essa energia mais r&aacute;pida ou mais lentamente, alterando a quantidade de pot&ecirc;ncia (energia dividida pelo tempo) que o sistema gera.<\/p>\n<p>A evolu&ccedil;&atilde;o do projeto tem como base materiais eletroativos. Enquanto os modelos anteriores utilizavam material t&oacute;xico e metais pesados, os pesquisadores buscaram encontrar um material que fosse sol&uacute;vel em &aacute;gua,&nbsp; que proporcionasse menos impacto no meio ambiente e tivesse menor custo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a a super bateria em desenvolvimento que pode durar at\u00e9 15 anos, sem agredir o meio ambiente.<\/p>\n","protected":false},"author":114,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-4390","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4390","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/114"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4390"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4390\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4390"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4390"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4390"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}