{"id":4406,"date":"2014-07-23T07:00:00","date_gmt":"2014-07-23T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/mulheres-mercado-ti"},"modified":"2014-07-22T18:05:41","modified_gmt":"2014-07-22T21:05:41","slug":"mulheres-mercado-ti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/mulheres-mercado-ti\/","title":{"rendered":"Mulheres no mercado de TI"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"line-height:1.6em\">Cristiane Santos tem 40 anos, &eacute; mestre em Matem&aacute;tica Aplicada e especialista em An&aacute;lise, Projeto e Ger&ecirc;ncia de Sistemas. Ela tamb&eacute;m &eacute; diretora-executiva da Ofis, empresa de TI que oferece solu&ccedil;&otilde;es para treinamento empresarial, capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e forma&ccedil;&atilde;o profissional, com &ecirc;nfase na web e em jogos digitais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Pesquisas indicam que esta ainda n&atilde;o &eacute; a realidade global. Sabe-se hoje que as mulheres est&atilde;o cada vez mais na dianteira dos estudos, mas sal&aacute;rios e cargos n&atilde;o acompanham essa evolu&ccedil;&atilde;o. No Brasil, as mulheres que estudaram 12 anos ou mais recebem sal&aacute;rios equivalentes a 66% da remunera&ccedil;&atilde;o dos homens. &ldquo;Infelizmente, a pr&oacute;pria compara&ccedil;&atilde;o salarial entre os diferentes g&ecirc;neros para um mesmo cargo mostra que precisamos avan&ccedil;ar no comportamento do mercado profissional com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s mulheres&rdquo;, analisa Cristiane Santos.<\/span><\/p>\n<h2>Facebook mostra primeiro relat\u00f3rio de diversidade na empresa<\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"startup\" src=\"https:\/\/static.psafe.net\/blog\/startup_2014-07-22.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>Segundo o relat&oacute;rio divulgado em junho, no quadro geral do Facebook 69% dos funcion&aacute;rios s&atilde;o homens, contra 31% de mulheres. Quanto &agrave;s etnias, 57% dos contratados s&atilde;o brancos e 34%, asi&aacute;ticos.<\/p>\n<p>Hisp&acirc;nicos, miscigenados e negros ocupam apenas 9% dos cargos. Na &aacute;rea de tecnologia, os homens tamb&eacute;m dominam, ficando com 85% dos cargos. E os brancos, com 53%.<\/p>\n<p>Um comparativo realizado pelo site <a href=\"https:\/\/techcrunch.com\/\">Techcrunch<\/a> mostra que o Facebook est&aacute; pouco &agrave; frente do Google, com diferen&ccedil;a de 1% sobre o g&ecirc;nero dos profissionais e de 7% sobre as etnias.<\/p>\n<p>Yahoo! e LinkedIn s&atilde;o um pouco mais diversificados que ambas as empresas, com 37% e 39% de mulheres contratadas. Mesmo assim, a grande maioria dos empregados &eacute; branca ou asi&aacute;tica nas quatro companhias.<\/p>\n<p>Na publica&ccedil;&atilde;o com o relat&oacute;rio realizado, a chefe global de diversidade do Facebook, Maxine Williams, diz que &ldquo;ainda h&aacute; muito trabalho a fazer&rdquo;, e afirma que a diversidade &eacute; essencial para a companhia alcan&ccedil;ar suas metas.<\/p>\n<p>Para tornar isso poss&iacute;vel, a empresa j&aacute; est&aacute; tomando provid&ecirc;ncias que possibilitem o recrutamento diversificado de talentos, como programas e estrat&eacute;gias para aumentar o leque de profissionais desses grupos ainda n&atilde;o representativos no setor.<\/p>\n<p>As parcerias com o <a href=\"https:\/\/anitaborg.org\/\">Anita Borg Institute<\/a>, o <a href=\"https:\/\/www.ncwit.org\/\">National Center for Women &amp; Information Technology<\/a> e a expans&atilde;o da <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/careers\/university\">Facebook University<\/a> (programa de est&aacute;gio focado em calouros da gradua&ccedil;&atilde;o de grupos sub-representados que demonstram interesse na &aacute;rea) s&atilde;o algumas das iniciativas.<\/p>\n<h2><strong>Google divulga relat&oacute;rio e abre espa&ccedil;o para reflex&atilde;o sobre diversidade<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\"><img decoding=\"async\" alt=\"Escrit\u00f3rio Google\" src=\"https:\/\/static.psafe.net\/blog\/google-mulheres_2014-07-22.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">No m&ecirc;s de maio, o Google divulgou um relat&oacute;rio mostrando que 70% de seus 45 mil funcion&aacute;rios no mundo s&atilde;o homens. A presen&ccedil;a das mulheres &eacute; ainda menor, considerando apenas as &aacute;reas de tecnologia (17%) e lideran&ccedil;a (21%). Os trabalhadores do Google s&atilde;o, em sua maioria, brancos (61%) ou asi&aacute;ticos (30%), dados apenas do escrit&oacute;rio dos Estados Unidos. Os negros e hisp&acirc;nicos representam s&oacute; 5% da equipe. N&atilde;o h&aacute; n&uacute;meros sobre a divis&atilde;o &eacute;tnica dos cerca de 600 funcion&aacute;rios do Google no Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">&ldquo;O Google n&atilde;o est&aacute; no lugar em que n&oacute;s gostar&iacute;amos quando olhamos a quest&atilde;o da diversidade, e &eacute; dif&iacute;cil enfrentar esse desafio se voc&ecirc; n&atilde;o estiver preparado para discutir isso abertamente&rdquo;, afirmou o vice-presidente s&ecirc;nior da &aacute;rea de recursos humanos do Google, Laszlo Bock.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">A companhia n&atilde;o possui cotas para recrutar minorias, mas diz que tem programas para fomentar o acesso &agrave; &aacute;rea de tecnologia dos grupos menos representados. Um exemplo &eacute; a cria&ccedil;&atilde;o de um programa que leva mulheres latinas &agrave; sede do Google no Vale do Sil&iacute;cio, para ter aulas de ci&ecirc;ncias da computa&ccedil;&atilde;o. H&aacute; iniciativas similares em universidades americanas com maior percentual de alunos negros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Para o consultor da empresa de recrutamento de executivos Exec, Rodrigo Foz Forte, a desigualdade racial e de g&ecirc;neros nas empresas n&atilde;o &eacute; exclusividade do Google. &ldquo;A qualifica&ccedil;&atilde;o &eacute; o que mais pesa na hora de contratar. As empresas n&atilde;o costumam pedir para priorizar ou restringir ra&ccedil;as ou g&ecirc;neros espec&iacute;ficos&quot;, explica. Segundo ele, a desigualdade hist&oacute;rica de acesso &agrave; forma&ccedil;&atilde;o escolar de qualidade entre a popula&ccedil;&atilde;o negra &eacute; um dos fatores que reduz sua presen&ccedil;a no alto escal&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Google dar\u00e1 aulas online gratuitas de programa\u00e7\u00e3o a mulheres<\/h2>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">O Google est&aacute; oferecendo aulas gratuitas de programa&ccedil;&atilde;o para mulheres e outras minorias da popula&ccedil;&atilde;o dentro do ambiente tecnol&oacute;gico, como pessoas com alguma defici&ecirc;ncia, idosos, hisp&acirc;nicos e afrodescendentes.<\/span><\/p>\n<p><i style=\"line-height:1.6em\">Em parceria com escola de programa&ccedil;&atilde;o Code School, o programa prop&otilde;e ampliar a diversidade em empresas de tecnologia. As pessoas inscritas ter&atilde;o aulas online gratuitas durante tr&ecirc;s meses de <\/i><span style=\"line-height:1.6em\">JavaScript, Ruby, HTML\/CSS e iOS. Para realizar a inscri&ccedil;&atilde;o, basta preencher este&nbsp;<\/span><a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/1hVfdHMoIphbL3x2fMTjW532zS_B2aojA5ifefZlG8YQ\/closedform\" style=\"line-height: 1.6em;\">formul&aacute;rio<\/a><span style=\"line-height:1.6em\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a a realidade da mulher no mercado de trabalho das empresas voltadas a tecnologia no Brasil e no mundo<\/p>\n","protected":false},"author":114,"featured_media":9356,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-4406","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4406","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/114"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4406"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4406\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9356"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4406"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4406"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4406"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}