{"id":4650,"date":"2014-08-26T17:00:00","date_gmt":"2014-08-26T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/tecnologias-tinham-tudo-bombar"},"modified":"2022-05-18T12:26:20","modified_gmt":"2022-05-18T15:26:20","slug":"tecnologias-tinham-tudo-bombar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/tecnologias-tinham-tudo-bombar\/","title":{"rendered":"7 tecnologias que tinham tudo para bombar, #SQN"},"content":{"rendered":"<p>Em tecnologia uma coisa &eacute; certa: nem sempre as novidades que s&atilde;o sucesso l&aacute; fora se d&atilde;o bem aqui no Brasil. Seja pelo pre&ccedil;o salgado provocado pelos impostos nacionais ou pela conex&atilde;o &agrave; internet nem sempre est&aacute;vel, h&aacute; diversos tipos, de gadgets a m&iacute;dias de armazenamento, que n&atilde;o caem no gosto do brasileiro. Confira alguns exemplos de tecnologias que n&atilde;o foram t&atilde;o bem por aqui.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/tecnologia-fail_2014-08-22.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">QR Code<\/strong><\/h2>\n<p>Voc&ecirc; com certeza j&aacute; viu alguns desses c&oacute;digos em algum cartaz por a&iacute;. Mas &eacute; dif&iacute;cil achar algu&eacute;m que j&aacute; teve a paci&ecirc;ncia de pegar o smartphone, apontar para a imagem e ver para onde leva aquela figura quadrada que mais parece um amontoado de rabiscos em preto e branco.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Um dos principais motivos para que o uso do QR Code n&atilde;o tenha deslanchado no Brasil est&aacute; na baixa qualidade das redes de internet 3G, j&aacute; que geralmente a figura leva a uma p&aacute;gina na web. Outro fator est&aacute; na pluralidade de aparelhos, pois o aplicativo que faz a leitura do c&oacute;digo poder variar para cada modelo de smartphone.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Mesmo com estas dificuldades h&aacute; algumas iniciativas criativas do uso do QR Code no Brasil. Imitando uma a&ccedil;&atilde;o da Tesco na Coreia do Sul, entre junho e julho deste ano o metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo recebeu uma g&ocirc;ndola virtual, onde podiam ser feitas compras em um supermercado online. Para comprar, bastava apontar o smartphone para o QR Code de cada produto.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">TV 3D<\/strong><\/h2>\n<p>Este &eacute; um exemplo daquela fun&ccedil;&atilde;o que o vendedor da loja tem na ponta da l&iacute;ngua para poder impressionar os clientes.&nbsp; N&atilde;o podemos afirmar que as TVs 3D s&atilde;o um fracasso de vendas, porque j&aacute; &eacute; bem comum encontr&aacute;-las nas casas por a&iacute;. Dif&iacute;cil mesmo &eacute; ver algu&eacute;m usando o recurso.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">A falta de conte&uacute;do espec&iacute;fico, at&eacute; mesmo na TV a cabo, &eacute; um dos motivos para que uso do recurso n&atilde;o seja t&atilde;o comum. A fun&ccedil;&atilde;o de converter qualquer imagem em 3D, que alguns aparelhos t&ecirc;m, geralmente &eacute; frustrante, pois n&atilde;o d&aacute; a sensa&ccedil;&atilde;o surpreendente que vemos em alguns filmes no cinema.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">O principal fator talvez esteja na necessidade de usar um &oacute;culos. Se for ativo corre o risco de a bateria acabar na melhor parte do filme. Se for passivo, pode ocasionar de a imagem ficar prejudicada de acordo com o &acirc;ngulo que voc&ecirc; assiste.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Pelo menos em rela&ccedil;&atilde;o ao uso dos &oacute;culos temos uma esperan&ccedil;a. Na CES deste ano, a Samsung apresentou uma TV que n&atilde;o precisa do acess&oacute;rio para assistir com a fun&ccedil;&atilde;o 3D.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Blu-ray<\/strong><\/h2>\n<p>O Blu-ray apresenta uma infinidade de vantagens em rela&ccedil;&atilde;o ao DVD, como maior capacidade de armazenamento e melhor defini&ccedil;&atilde;o na imagem. Mas por que ser&aacute; que ele ainda n&atilde;o est&aacute; em todas as casas, como seu primo mais velho?<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">O principal motivo est&aacute; no pre&ccedil;o. Fa&ccedil;amos a compara&ccedil;&atilde;o: enquanto o DVD da terceira temporada de Big Bang Theory custa R$ 49 reais, o mesmo box em Blu-ray sai a R$ 79. Outro fator relacionado ao pre&ccedil;o est&aacute; no aparelho respons&aacute;vel por reproduzir os discos, que s&atilde;o bem mais caros do que os de DVD. A mesma coisa acontece com os gravadores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">No entanto, o Blu-ray n&atilde;o chega a ser um fracasso. O Playstation 3, assim como os videogames da nova gera&ccedil;&atilde;o &#8211; Xbox one e Playstation 4 &#8211; tamb&eacute;m usam Blu-ray. Ou seja, este tipo de m&iacute;dia ainda tem o que crescer.<\/span><\/p>\n<h2><strong>N-Gage<\/strong><\/h2>\n<p>O N-Gage &eacute; sin&ocirc;nimo de fracasso, n&atilde;o s&oacute; no Brasil, como no mundo inteiro. O conceito era at&eacute; bom: um smartphone adaptado fisicamente para jogos. No entanto, n&atilde;o deu muito certo. Um design mal elaborado, somado a jogos com visual n&atilde;o t&atilde;o empolgante e a volta dos cartuchos &#8211; no caso, cart&otilde;es MMC &#8211; de games levou a Nokia a abandon&aacute;-lo.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Se j&aacute; &eacute; estressante ter que digitar uma senha toda vez que for desbloquear o smartphone, imagina se voc&ecirc; enjoasse do game que estava jogando no N-Gage? Para mudar o jogo era necess&aacute;rio desligar o aparelho, abrir a tampa traseira, retirar a bateria e o cartucho, e colocar o novo jogo. Cansou s&oacute; de ler?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Outro ponto que contribuiu foi o <\/span><i style=\"line-height:1.6em\">sidetalking, <\/i><span style=\"line-height:1.6em\">nome dado &agrave; forma esquisita como era atendida as liga&ccedil;&otilde;es. O N-Gage foi lan&ccedil;ado em 2003 e era grande se comparado aos celulares da &eacute;poca, agora imagine ter que fazer\/atender chamadas com ele de lado? A internet n&atilde;o perdoou e v&aacute;rias pessoas come&ccedil;aram a postar fotos zoando. At&eacute; um <\/span><a href=\"https:\/\/www.sidetalkin.com\/page-1.html\" style=\"line-height: 1.6em;\">site<\/a><span style=\"line-height:1.6em\"> foi criado com as melhores imagens.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Isso tudo sem falar do pre&ccedil;o, tanto do aparelho quanto dos jogos. Aqui no Brasil, o N-Gage era comercializado por R$ 1.700. J&aacute; os jogos n&atilde;o custavam menos de R$ 100.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">TV com videocassete embutido<\/strong><\/h2>\n<p>Os mais novos podem n&atilde;o saber que existia, mas &eacute; verdade. Nos anos 80, as TVs com videocassete eram febre nos EUA e come&ccedil;aram a desembarcar por aqui. A ideia &eacute; muito boa &#8211; reduzir a quantidade de cabos -, mas elas n&atilde;o deram certo por um &uacute;nico motivo: o pre&ccedil;o. Dispon&iacute;vel em 14 e 20 polegadas, muitas vezes sa&iacute;a mais barato comprar os dois aparelhos separados do que eles juntos em uma &uacute;nica TV. Sem contar com o custo de manuten&ccedil;&atilde;o e a falta de pe&ccedil;as de reposi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">NetMovies<\/strong><\/h2>\n<p>Enquanto as not&iacute;cias contavam que o stream de filmes online se tornava sucesso nos EUA, surgia o NetMovies, como um alento para os brasileiros. O conceito seguia a mesma forma do Netflix, com servi&ccedil;o de locadora de DVDs online e de stream de s&eacute;ries e filmes.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Os filmes e as s&eacute;ries que a NetMovies disponibilizava para serem vistos online eram, em sua maioria, antigos, mas at&eacute; que tinha alguns conte&uacute;dos interessantes como document&aacute;rios e, at&eacute; mesmo, a s&eacute;rie completa do Jaspion. &nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Mas quando o Netflix desembarcou por aqui, muitos dos usu&aacute;rios do NetMovies migraram para a concorrente, seduzidos por um portf&oacute;lio de conte&uacute;do online maior e constantemente atualizado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">O NetMovies est&aacute; ativo at&eacute; hoje, mas foi reformulado passando a ter como seu carro-chefe a assinatura de DVDs e Blu-rays. Vale lembrar que o Jaspion ainda d&aacute; para assistir por l&aacute;.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Netbooks<\/strong><\/h2>\n<p>Outro conceito que chamou a aten&ccedil;&atilde;o, mas foi engolido por outras tecnologias, foi o Netbook. Ter um pequeno computador port&aacute;til com uma configura&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima a um pre&ccedil;o mais em conta parecia perfeito. Mas o tempo mostrou que nem tudo eram flores.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">A pequena tela &#8211; em torno de 11 polegadas &#8211; deixava a visualiza&ccedil;&atilde;o prejudicada em p&aacute;ginas da internet. Com um poder de processamento menor &#8211; eram mais lentos por causa da dissipa&ccedil;&atilde;o do calor -, o desempenho era prejudicado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Mas foi a ascens&atilde;o dos tablets e dos smartphones que tornaram os Netbooks obsoletos. Smartphones atuais possuem um bom poder de processamento e s&atilde;o capazes de rodar milhares de aplicativos. J&aacute; os tablets s&atilde;o ideais para leitura. Com isso parece que n&atilde;o sobrou muito espa&ccedil;o para os Netbooks.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veja quais foram as sete tecnologias conhecidas que fizeram sucesso l\u00e1 fora, mas ficaram pelo caminho e n\u00e3o pegaram aqui no Brasil.<\/p>\n","protected":false},"author":114,"featured_media":8351,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[6659],"class_list":["post-4650","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mercado","tag-noticia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4650","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/114"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4650"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4650\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8351"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4650"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4650"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4650"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}