{"id":5312,"date":"2014-11-11T17:00:00","date_gmt":"2014-11-11T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/android-uma-decada-historia"},"modified":"2022-01-24T17:09:30","modified_gmt":"2022-01-24T20:09:30","slug":"android-uma-decada-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/android-uma-decada-historia\/","title":{"rendered":"Android, uma d\u00e9cada de hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>H&aacute; seis anos nascia oficialmente o Android, sistema operacional m&oacute;vel mais popular do mundo, e que hoje j&aacute; est&aacute; inserido nas vidas das pessoas. Ele foi a aposta do Google que dominou o setor. Seu sucesso foi t&atilde;o grande que o robozinho j&aacute; se tornou uma sensa&ccedil;&atilde;o nos smartphones, tornando-se refer&ecirc;ncia quando o assunto &eacute; a opera&ccedil;&atilde;o de um dispositivo m&oacute;vel. Sua hist&oacute;ria, por&eacute;m, come&ccedil;a em 2003, quando ele ainda n&atilde;o estava sob o poder do Google.<\/p>\n<h2><span style=\"line-height:1.6em\">Introdu&ccedil;&atilde;o<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Quem v&ecirc; o Android de hoje, por&eacute;m, n&atilde;o imagina que ele j&aacute; foi um rob&ocirc; estranho e assustador, com tra&ccedil;os que parecem inspirados em quadrinhos de qualidade duvidosa. Eram cores pouco atraentes e curvas muito pouco inovadoras. N&atilde;o havia nada naqueles rob&ocirc;s que pudesse fazer com que a imagem deles fosse agregada a algum valor comercial no futuro.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/android-old_2014-11-11.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>Mas, vamos ao que interessa: a deliciosa hist&oacute;ria do Android! Deliciosa, porque a cada vers&atilde;o os usu&aacute;rios encontram uma sobremesa diferente. Desde a vers&atilde;o 1.5, os novos sistemas s&atilde;o batizados com nomes de doces ou bolos (em ingl&ecirc;s), seguindo uma l&oacute;gica alfab&eacute;tica.<\/p>\n<h2>Open Source<\/h2>\n<p>O Android, inicialmente, era um sistema operacional baseado no n&uacute;cleo do Linux 6 para dispositivos m&oacute;veis. Mas ele precisava de algo diferente em rela&ccedil;&atilde;o aos sistemas j&aacute; existentes. Foi esse o diferencial trazido por Andy Rubin, que, em 2003, fundou, junto a outros grandes nomes, o Android Inc., uma sociedade para o desenvolvimento daquilo que ele pr&oacute;prio definiu como &ldquo;dispositivos mais conscientes das prefer&ecirc;ncias dos usu&aacute;rios&rdquo;.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Rubin e a sua startup criaram uma nova tipologia de sistema operacional m&oacute;vel: Open Source (baseado no Kernel Linux), com uma interface simples, funcional e integrada a uma s&eacute;rie de instrumentos, pensada para facilitar a vida dos outros desenvolvedores, mas sobretudo um sistema gratuito para todos que quisessem utiliz&aacute;-lo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">E, por ser livre, chamou a aten&ccedil;&atilde;o de Larry Page, desenvolvedor do Google, a se arriscar nesse novo terreno, consciente de poder variar as estrat&eacute;gias da empresa, at&eacute; ent&atilde;o centradas quase que totalmente nos servi&ccedil;os de buscas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Apenas dois anos depois das inova&ccedil;&otilde;es, o Google oferece US$ 10 milh&otilde;es aos desenvolvedores para que estes criassem os melhores aplicativos para o sistema com base na primeira vers&atilde;o p&uacute;blica do Android SDK.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">At&eacute; que, em setembro de 2008, a enorme operadora americana T-Mobile anuncia o T-Mobile G1, o primeiro smartphone baseado no Android. Depois de mais ou menos um m&ecirc;s, o Google publica o c&oacute;digo-fonte do Android 1.0 sob a licen&ccedil;a Apache. Ele, portanto, se torna dispon&iacute;vel a todos e marca um novo cap&iacute;tulo na hist&oacute;ria da tecnologia.<\/span><\/p>\n<h2>Surge o mascote: a imagem do rob&ocirc;<\/h2>\n<p>Mas os primeiros tra&ccedil;os do rob&ocirc; mais querido do mundo n&atilde;o agradaram. Era preciso melhorar, e muito. Felizmente, o rob&ocirc; &ldquo;doid&atilde;o&rdquo; n&atilde;o passou de um conceito utilizado na apresenta&ccedil;&atilde;o dos primeiros projetos do Android para os desenvolvedores.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Agora sim, era a hora de uma ilustradora de verdade entrar em a&ccedil;&atilde;o. E a&iacute; surgiram os tra&ccedil;os de Irina Blok, que conseguiu criar o famoso Bugdroid, transformando o mascote em um verdadeiro &iacute;cone da tecnologia dos port&aacute;teis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Antecipando o que viria a se tornar uma tend&ecirc;ncia nas logos de sistemas operacionais, aplicativos e empresas, nos anos seguintes, o Bugdroid possui apenas uma cor e tra&ccedil;os bem chapados. &Eacute; f&aacute;cil compreender a simplicidade dele e tamb&eacute;m os conceitos que foram empregados. Como a pr&oacute;pria ilustradora diz em sua p&aacute;gina: &ldquo;A ideia era criar uma logo open source (muito parecido com a plataforma Android)&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/androids_2014-11-11.jpg\" style=\"height:571px; width:700px\" \/><\/span><\/p>\n<p>Irina tamb&eacute;m afirma que, inicialmente, a imagem seria revelada apenas para os desenvolvedores, mas n&atilde;o demorou para que isso fosse disseminado por todo o mundo. E com isso tamb&eacute;m vieram as centenas de vers&otilde;es diferentes do robozinho, personalizados por ilustradores, designers, apaixonados por desenhos e, &eacute; claro, por entusiastas do sistema operacional.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">A simplicidade dos tra&ccedil;os tamb&eacute;m contribuiu para que as pessoas conseguissem criar suas pr&oacute;prias vers&otilde;es do rob&ocirc; &mdash; mesmo sem possuir grandes conhecimentos ou talentos relacionados &agrave; ilustra&ccedil;&atilde;o e ao design. Com a populariza&ccedil;&atilde;o do mascote, ele se tornou tamb&eacute;m um item de f&aacute;cil agrega&ccedil;&atilde;o de valor comercial. E isso aconteceu por meio das miniaturas variadas inspiradas no Bugdroid.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Diversas empresas de brinquedos aproveitaram o sucesso do Android para criar suas pr&oacute;prias miniaturas. E h&aacute; muitas vers&otilde;es diferentes dessas figuras de a&ccedil;&atilde;o, o que faz com que alguns consumidores tenham verdadeiras cole&ccedil;&otilde;es do robozinho. Hoje, o querido mascote movimenta muito dinheiro no mercado de colecion&aacute;veis.<\/span><\/p>\n<h2>As vers&otilde;es do sistema<\/h2>\n<h3><strong>Android 1.0<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizando no dia 23 de setembro de 2008 e lan&ccedil;ado no dispositivo T-Mbile G1, estabeleceu um modelo padr&atilde;o para sistemas operacionais, mantendo-se constante ao longo de cada itera&ccedil;&atilde;o principal pr&eacute;-gera&ccedil;&atilde;o Honeycomb &ndash; Android 3.0.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 1.1<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 9 de fevereiro de 2009. A segunda intera&ccedil;&atilde;o principal do Android foi o ajuste fino do sistema operacional. A maioria das fun&ccedil;&otilde;es permaneceu consistente ap&oacute;s toda a mudan&ccedil;a, com exce&ccedil;&atilde;o de algumas melhorias em aplicativos.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 1.5 Cupcake<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 30 de abril de 2009 e lan&ccedil;ado no dispositivo T-Mobile MyTouch 3G, entrou em uma nova era: cada vers&atilde;o seria nomeada com um tipo de doce ou bolo, em ordem alfab&eacute;tica. A vers&atilde;o passa a copiar e colar, e ter a funcionalidade da c&acirc;mera inclu&iacute;da.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 1.6 Donut<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 15 de setembro de 2009. Uma s&eacute;rie de melhorias tornou o sistema operacional e seus aplicativos mais leves. Tamb&eacute;m foi implantado o suporte para telas de alta resolu&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 2.0\/2.1 Eclair<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 26 de outubro de 2009 e lan&ccedil;ado no dispositivo Motorola Droid. Nascia a navega&ccedil;&atilde;o por voz. Essa vers&atilde;o tamb&eacute;m implementou melhorias no teclado do sistema operacional, como corre&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica, e introduziu funcionalidades avan&ccedil;adas na c&acirc;mera.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 2.2 Froyo<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 20 de maio de 2010 e lan&ccedil;ado no dispositivo HTC Nexus One. A vers&atilde;o 2.2 marcou a chegada da linha de smartphones do Google, o Nexus. Esses dispositivos foram cocriados pela empresa, com o objetivo de fornecer uma experi&ecirc;ncia completa com o Android, contando com atualiza&ccedil;&otilde;es do sistema operacional em um prazo mais curto de tempo.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 2.3 Gingerbread<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 6 de dezembro de 2010 e lan&ccedil;ado no dispositivo Samsung Nexus S, dessa vez fabricado pela empresa sul-coreana. A interface do usu&aacute;rio foi atualizada, incluindo um esquema de cores mais escuro, suporte para telas de alta resolu&ccedil;&atilde;o e as c&acirc;meras frontais foram estabelecidas.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 3.0 Honeycomb<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado em 22 de fevereiro de 2011 no dispositivo Motorola Xoom. Essa foi a primeira vers&atilde;o do sistema operacional feito especificamente para tablets. Ajustes para a falta de bot&otilde;es de hardware foram feitas.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 4.0 Ice Cream Sandwich<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 19 de outubro de 2011 e lan&ccedil;ado no dispositivo Samsung Galaxy Nexus. A quarta gera&ccedil;&atilde;o do Android renovou completamente a interface do sistema operacional, adotando uma s&eacute;rie de caracter&iacute;sticas anteriormente introduzidas pelo Honycomb.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 4.1\/4.2 Jelly Bean<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 9 de julho de 2012 e lan&ccedil;ado no dispositivo Asus Nexus 7. A atualiza&ccedil;&atilde;o trazia novidades tanto na intera&ccedil;&atilde;o com o usu&aacute;rio como nas tecnologias que ficam ocultas no sistema e torna o uso do smartphone mais agrad&aacute;vel.<\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Android 4.4 Kit Kat<\/strong><\/h3>\n<p>Disponibilizado no dia 31 de outubro de 2013, a vers&atilde;o do sistema operacional inovou ao usar no seu nome o Kit Kat, chocolate da marca Nestl&eacute;. Em uma parceria do Google com a Nestl&eacute;, surgiu uma vers&atilde;o para celulares com Android que oferece v&aacute;rios destaques. O novo sistema operacional &eacute; baseado na efici&ecirc;ncia e quer trazer o &ldquo;pr&oacute;ximo bilh&atilde;o de pessoas&rdquo; para o mundo dos smartphones.<\/p>\n<h3><strong>Android L<\/strong><\/h3>\n<p>Ainda sem data oficial para lan&ccedil;amento, o Android L ser&aacute; a nova vers&atilde;o do sistema operacional mais usado no mundo. O resultado de desempenho s&oacute; saberemos quando o tivermos em m&atilde;os, o que deve acontecer no fim de 2014 ou in&iacute;cio de 2015. <a href=\"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/google-io-android-5\/\">Enquanto isso, saiba as novidades que ele ir&aacute; trazer.<\/a> Veja tamb&eacute;m <a href=\"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/primeiras-imagens-novo-android-l\/\">como ser&aacute; o visual do sistema novo<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apaixonada por Android, a PSafe Tecnologia escreveu a biografia do sistema operacional do Google para voc\u00ea.<\/p>\n","protected":false},"author":114,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[30],"class_list":["post-5312","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mercado","tag-android"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5312","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/114"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5312"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5312\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5312"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5312"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5312"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}