{"id":5498,"date":"2014-12-22T18:00:00","date_gmt":"2014-12-22T21:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/ninguem-mais-aguenta-banners-internet-agora"},"modified":"2014-12-18T17:14:02","modified_gmt":"2014-12-18T20:14:02","slug":"ninguem-mais-aguenta-banners-internet-agora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/ninguem-mais-aguenta-banners-internet-agora\/","title":{"rendered":"Ningu\u00e9m mais aguenta banners na internet. E agora?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/banners_2014-11-28-20-12-16.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>H&aacute; 20 anos nascia na web uma das pr&aacute;ticas mais abominadas por quem navega pela internet. As propagandas com banners que surgem nas p&aacute;ginas visitadas, tomando a tela do computador em busca de cliques, come&ccedil;am a entrar em decl&iacute;nio, especialmente com o advento dos aplicativos para dispositivos m&oacute;veis.<\/p>\n<p>Tudo come&ccedil;ou em 1994, quando uma equipe bem-intencionada de designers, programadores e editores de revista resolveram criar as propagandas. Os primeiros an&uacute;ncios pareciam bastante inocentes, e englobaram empresas como AT&amp;T, Volvo e Zima. A estreia aconteceu em HotWired, na Wired Magazine, no dia 27 de outubro daquele ano.<\/p>\n<p>Os primeiros banners foram um grande sucesso entre leitores e anunciantes, o que acabou facilitando sua r&aacute;pida expans&atilde;o. Surgia no mundo uma nova forma de anunciar produtos e servi&ccedil;os. Inadvertidamente, empresas come&ccedil;aram a investir cada vez mais neste tipo de propaganda, que apesar de seu in&iacute;cio promissor, nunca foi t&atilde;o eficiente quanto se esperava.<\/p>\n<p>Isso porque os potenciais clientes passaram a ter raiva dos banners, que surgiam num momento em que eles n&atilde;o estavam interessados no assunto ou produto exposto. Antes, tal pr&aacute;tica acabava atrapalhando o verdadeiro objetivo daquele momento, que era explorar o site que estava anunciando. A propaganda surge como uma invasora, geralmente na home do site, e at&eacute; dentro dos links de interesse clicados.<\/p>\n<h2><strong>Mudan&ccedil;a para banners expans&iacute;veis: uma tentativa de salvar as propagandas<\/strong><\/h2>\n<p>Na tentativa de reinventar o formato e buscando novas formas de explorar o potencial da publicidade online, muitas empresas passaram a investir, j&aacute; na d&eacute;cada de 2010, em banners expans&iacute;veis e din&acirc;micos com v&iacute;deos float.<\/p>\n<p>O Canal Discovery, por exemplo, tem valorizado este tipo de an&uacute;ncio. Um deles tinha como objetivo a divulga&ccedil;&atilde;o da estreia da segunda temporada da s&eacute;rie brasileira &ldquo;&Aacute;guias da Cidade&rdquo;. Os banners foram vistos por mais de um milh&atilde;o e meio de internautas que, ao passar o mouse sobre os v&iacute;deos, assistiam a um filme que mostrava algumas cenas dos novos epis&oacute;dios da s&eacute;rie. A ag&ecirc;ncia respons&aacute;vel pela campanha afirmou que os resultados foram excelentes, com uma taxa de expans&atilde;o de 15,62% e CTR de 2,25%.<\/p>\n<p>Inicialmente, o banner expans&iacute;vel &eacute; igual ao convencional. A diferen&ccedil;a &eacute; que a pe&ccedil;a s&oacute; &eacute; exibida inteiramente se o usu&aacute;rio desejar e passar o mouse sobre ele, ampliando a &aacute;rea de visualiza&ccedil;&atilde;o do an&uacute;ncio, que permanece ampliado enquanto o cursor estiver sobre ele, causando impacto no espectador. Como o banner expans&iacute;vel &eacute; feito em flash, ele pode exibir imagem, anima&ccedil;&atilde;o, v&iacute;deo e som, na tentativa de chamar mais a aten&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio.<\/p>\n<p>Apesar de proporcionar mais visibilidade, os banners expans&iacute;veis ainda geram muita pol&ecirc;mica como &eacute; poss&iacute;vel notar em coment&aacute;rios de not&iacute;cias e f&oacute;runs sobre o assunto. Muitos internautas n&atilde;o o aprovam por considerar que o formato &eacute; invasivo e atrapalha a navega&ccedil;&atilde;o, chegando a compar&aacute;-lo &agrave; velha e malquista pop-up.<\/p>\n<h2><strong>Aplicativos causam decl&iacute;nio dos banners<\/strong><\/h2>\n<p>Nos dias de hoje, mesmo com suas formas expans&iacute;veis, os banners est&atilde;o em decl&iacute;nio. Isto se d&aacute; porque a teia onde ele prosperou &ndash; a web &ndash; tamb&eacute;m est&aacute; em queda. Hoje vivemos em um mundo social m&oacute;vel, e passamos a maior parte do nosso tempo online por meio de aplicativos que carregam mais r&aacute;pido e s&atilde;o muito mais bonitos e &uacute;teis do que websites costumam ser.<\/p>\n<p>Em vez de banners, muitos desses aplicativos, incluindo Facebook, Twitter e Instagram, ganham dinheiro atrav&eacute;s de an&uacute;ncios que aparecem nos feeds sociais dos usu&aacute;rios, em vez de ao lado da p&aacute;gina, invadindo a tela do potencial cliente.<\/p>\n<p>A forma como as redes sociais t&ecirc;m feito as propagandas &eacute; menos irritante para os usu&aacute;rios. Um an&uacute;ncio de uma empresa de moda no Instagram, por exemplo, pode parecer t&atilde;o bonita e pessoal como uma foto de seus amigos. Ainda melhor, n&atilde;o necessita de uma p&aacute;gina para carregar e n&atilde;o aglomera a tela com anima&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito utilizada como a maior fonte de renda das empresas no mundo digital os banners est\u00e3o perdendo sua fun\u00e7\u00e3o. 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