{"id":5985,"date":"2015-02-06T13:00:00","date_gmt":"2015-02-06T16:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/enderecos-online-organizar-protestos"},"modified":"2015-05-29T14:38:05","modified_gmt":"2015-05-29T17:38:05","slug":"enderecos-online-organizar-protestos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/enderecos-online-organizar-protestos\/","title":{"rendered":"Onde \u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o? Endere\u00e7os online para organizar protestos"},"content":{"rendered":"<p>O que o Brasil viu em junho de 2013 foi in&eacute;dito em sua hist&oacute;ria. Nunca milh&otilde;es de pessoas haviam sa&iacute;do &agrave;s ruas simultaneamente, em diversos estados, para cobrar por seus direitos. A revolta teve tr&ecirc;s pontos cruciais: o aumento das passagens de &ocirc;nibus nas grandes capitais, a viol&ecirc;ncia da pol&iacute;cia nos primeiros atos &ndash; o que aumentou o &oacute;dio da popula&ccedil;&atilde;o frente ao governo &ndash; e, principalmente, a internet, que possibilitou a troca de informa&ccedil;&otilde;es em massa, bem como a cria&ccedil;&atilde;o dos eventos que pararam as principais avenidas do pa&iacute;s.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/protestos-brasil_2015-02-04-18-24-25.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>As redes sociais t&ecirc;m papel de protagonistas ao lado da popula&ccedil;&atilde;o, especialmente o Facebook. Diversos movimentos pol&iacute;ticos foram criados ou aumentaram consideravelmente de express&atilde;o e n&uacute;mero de membros desde o in&iacute;cio dos protestos. O Brasil tamb&eacute;m vivenciou outro fen&ocirc;meno: o nascimento de m&iacute;dias independentes que passaram a transmitir as manifesta&ccedil;&otilde;es ao vivo, da linha de frente e como participante ativa das passeatas e plen&aacute;rias.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">O uso das redes sociais &eacute; a grande novidade na arregimenta&ccedil;&atilde;o de pessoas no s&eacute;culo 21 e chegou agora ao Brasil ap&oacute;s mostrar sua for&ccedil;a em pa&iacute;ses europeus, asi&aacute;ticos e africanos. Os brasileiros descobriram uma ferramenta poderosa que, por ser online e n&atilde;o ter obrigatoriedade de identifica&ccedil;&atilde;o, tanto pode ser legitimada pela assinatura quanto ser an&ocirc;nima. N&atilde;o h&aacute; limite para protestar, pensar ou opinar.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es ajudou a inflamar &acirc;nimos<\/strong><\/h2>\n<p>O levante teve outro ponto a se destacar: a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es. A presen&ccedil;a da Fifa no pa&iacute;s e os gastos estratosf&eacute;ricos nas constru&ccedil;&otilde;es de est&aacute;dios para a Copa do Mundo do ano seguinte inflamaram ainda mais os revoltosos. Os protestos contra a Fifa nas redes sociais explodiram, e as frases mais compartilhadas eram &ldquo;Fifa, go home&rdquo; e &ldquo;Fifa, paga a minha tarifa&rdquo;. Aos poucos, todos os problemas do pa&iacute;s viraram alvo dos manifestantes, cada um com sua reclama&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Todo o ano de 2013 seguiu efervescente, especialmente no Rio de Janeiro, onde os professores entraram em greve e foram protagonistas de grandes protestos, contando muito com apoio de ativistas de diversos outros grupos, que n&atilde;o arredavam p&eacute; das ruas. Mas os movimentos foram perdendo for&ccedil;a ao longo de 2014. Apesar da quantidade de protestos marcados continuar elevada, a participa&ccedil;&atilde;o popular j&aacute; n&atilde;o era t&atilde;o numerosa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Na avalia&ccedil;&atilde;o do professor da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em pol&iacute;tica social da Universidade de Bras&iacute;lia (UnB) Vicente Faleiros, o modo de fazer pol&iacute;tica no pa&iacute;s se transformou devido aos acontecimentos de 2013. Inclusive a nossa maneira de fiscalizar os pol&iacute;ticos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">&quot;O momento da revolta &eacute; o de se repensar n&atilde;o apenas em aspectos pontuais, mas na maneira de fazer pol&iacute;tica. Com essas manifesta&ccedil;&otilde;es, colocou-se em quest&atilde;o n&atilde;o apenas o valor da passagem, mas a maneira como est&aacute; organizada a representatividade no pa&iacute;s. &Eacute; preciso repensar e modificar a rela&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica com o povo e com o mercado&quot;, disse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Para o professor, os protestos ocorridos em S&atilde;o Paulo, no Rio de Janeiro, em Bras&iacute;lia, Belo Horizonte, entre outras capitais, s&atilde;o consequ&ecirc;ncia de um processo constru&iacute;do ao longo dos anos de insatisfa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a diversos aspectos associados &agrave; revolta com a repress&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">&quot;Estamos fortalecendo uma sociedade de consumo, mas o mercado n&atilde;o pode substituir o Estado. Como as pessoas querem medidas efetivas para melhoria das condi&ccedil;&otilde;es do cotidiano, como as relacionadas &agrave; sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e transporte, foram &agrave;s ruas para protestar e a resposta dada foi a repress&atilde;o, o que demonstra n&atilde;o apenas um despreparo da pol&iacute;cia, mas da pol&iacute;tica brasileira, j&aacute; que a pol&iacute;cia &eacute; uma das esferas desse modo de fazer pol&iacute;tica&quot;, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Atualmente, os grupos de press&atilde;o, ou hackers ativistas, t&ecirc;m um poder maior de expor seus ideais e, dessa forma, influenciar um grande n&uacute;mero de pessoas. Segundo especialistas, o que est&aacute; acontecendo agora &eacute; um processo democr&aacute;tico, uma consequ&ecirc;ncia do que as redes sociais proporcionaram para a popula&ccedil;&atilde;o. A internet deu ao povo a maturidade necess&aacute;ria para os protestos e mostrou para o poder p&uacute;blico que os brasileiros t&ecirc;m voz ativa e sabem manifestar seus interesses. O que eram apenas ideias expostas em imagens na rede viraram cartazes levados para as ruas.<\/span><\/p>\n<h3><strong style=\"line-height:1.6em\">Grupos que fizeram barulho e continuam ativos<\/strong><\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/passelivresp?fref=ts\"><strong>Passe Livre S&atilde;o Paulo<\/strong><\/a> &ndash; O grupo que iniciou as convoca&ccedil;&otilde;es contra o aumento das passagens em 2013, em S&atilde;o Paulo, est&aacute; fazendo o mesmo em 2015. A descri&ccedil;&atilde;o do grupo no Facebook &eacute; a seguinte: &ldquo;O Movimento Passe Livre (MPL) &eacute; um movimento social aut&ocirc;nomo que luta por um transporte verdadeiramente p&uacute;blico, sob controle popular e sem catracas&rdquo;.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/001_2015-02-04-18-25-39.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>O cartaz acima &eacute; de um protesto convocado para o dia 6 de fevereiro de 2015. O objetivo do movimento &eacute; chegar &agrave; tarifa zero. Os protestos est&atilde;o fortes em S&atilde;o Paulo. Um dos atos chegou a ter mais de 30 mil pessoas, em janeiro de 2015.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/passelivre.rj?fref=ts\" style=\"line-height: 1.6em;\"><strong>Passe Livre Rio de Janeiro<\/strong><\/a><span style=\"line-height:1.6em\"> &ndash; Assim como o Passe Livre de S&atilde;o Paulo, o do Rio teve papel importante nos &uacute;ltimos dois anos com seu ativismo no Facebook e nas ruas, e tamb&eacute;m &eacute; o grupo que convocou as maiores manifesta&ccedil;&otilde;es no Rio no in&iacute;cio de 2015. Mesmo assim, a participa&ccedil;&atilde;o popular na cidade est&aacute; muito baixa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">A descri&ccedil;&atilde;o da fan page do grupo &eacute; a mesma de S&atilde;o Paulo. Os primeiros protestos de 2015 at&eacute; tiveram boa ades&atilde;o depois que as passagens subiram, mas n&atilde;o aumentou ao longo das &uacute;ltimas semanas, pelo contr&aacute;rio. Os dois grupos continuam marcando eventos, como plen&aacute;rias e passeatas, regularmente.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Anonymous e Black Bloc<\/strong><\/h2>\n<p>Se existem grupos que foram escolhidos como vil&otilde;es por autoridades brasileiras estes certamente s&atilde;o o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/Black-Bloc-Brasil\/353035154737576?fref=ts\">Black Bloc<\/a> e o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/OffiziellAnonymousPage?fref=ts\">Anonymous<\/a>. O ativismo de ambos se tornaram muito conhecidos durante os protestos, especialmente os adeptos da t&aacute;tica Black Bloc. Com rostos cobertos e sempre na linha de frente dos protestos, eles diziam defender a popula&ccedil;&atilde;o dos ataques violento da pol&iacute;cia, e que s&oacute; atacam como rea&ccedil;&atilde;o &agrave; brutalidade policial. Tamb&eacute;m t&ecirc;m como objetivo atacar o capitalismo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/Anonymous_2015-02-04-18-26-51.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>A descri&ccedil;&atilde;o do grupo no Facebook &eacute; a seguinte: &ldquo;Black bloc &eacute; o nome dado a uma estrat&eacute;gia de manifesta&ccedil;&atilde;o e protesto anarquista, na qual grupos de afinidade mascarados e vestidos de negro se re&uacute;nem com objetivo de protestar em manifesta&ccedil;&otilde;es antiglobaliza&ccedil;&atilde;o e\/ou anticapitalistas, confer&ecirc;ncias de representacionistas, entre outras ocasi&otilde;es, utilizando a propaganda pela a&ccedil;&atilde;o para questionar o sistema vigente&rdquo;.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">&ldquo;Black blocs se diferenciam de outros grupos anticapitalistas por rotineiramente se utilizarem da destrui&ccedil;&atilde;o da propriedade para trazer aten&ccedil;&atilde;o para sua oposi&ccedil;&atilde;o contra corpora&ccedil;&otilde;es multinacionais e aos apoios e &agrave;s vantagens recebidas dos governos ocidentais por essas companhias. Um exemplo desta atividade &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o das fachadas de lojas e escrit&oacute;rios como McDonald&#39;s, Starbucks, Fidelity Investments, e outros locais&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">O Anonymous, que possui p&aacute;ginas fortes no Facebook em todo o Brasil, atuou como propagador dos protestos agendados nas cidades e divulgador de muitas imagens e v&iacute;deos durante as manifesta&ccedil;&otilde;es. Eles tamb&eacute;m promoviam ataques a p&aacute;ginas de governo, geralmente deixando algum recado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">&Eacute; dif&iacute;cil defini-los como um grupo que possui lideran&ccedil;a. V&aacute;rias p&aacute;ginas s&atilde;o criadas com a ideia Anonymous em todo o mundo. Na maior p&aacute;gina do grupo no pa&iacute;s, o <\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/AnonymousBr4sil?fref=ts\" style=\"line-height: 1.6em;\">AnonymousBrasil<\/a><span style=\"line-height:1.6em\">, que conta com quase 1,5 milh&atilde;o de curtidores, a descri&ccedil;&atilde;o &eacute; a seguinte: &ldquo;Essa p&aacute;gina, bem como seus conte&uacute;dos, n&atilde;o representam de forma nenhuma a opini&atilde;o dos administradores da p&aacute;gina, t&atilde;o pouco a ideia Anonymous. O mesmo vale para os coment&aacute;rios feitos pelos seguidores nas postagens que &eacute; de responsabilidade individual de cada um&rdquo;.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Coletivo tornou os protestos &ldquo;gigantes&rdquo;<\/strong><\/h2>\n<p>Quem esteve na rua ou acompanhou com mais aten&ccedil;&atilde;o os protestos na internet n&atilde;o deixou de perceber o trabalho do <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/plataformaprojetacao?fref=ts\">Coletivo Projeta&ccedil;&atilde;o<\/a>, um grupo de comunica&ccedil;&atilde;o e ativismo formado por 15 cariocas que promovem a&ccedil;&otilde;es de apoio aos movimentos populares.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/002_2015-02-04-18-28-17.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>Segundo os pr&oacute;prios membros do grupo, o objetivo principal &eacute; gerar nas pessoas que est&atilde;o nos movimentos ou que est&atilde;o nas ruas sem muita ideia do que est&aacute; acontecendo, uma reflex&atilde;o sobre quest&otilde;es pol&iacute;ticas e sociais, atrav&eacute;s de mensagens diretas e de impacto.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">A imagem acima &eacute; um exemplo do que o coletivo fez e tem feito. Ela mostra a proje&ccedil;&atilde;o num pr&eacute;dio, em um dos protestos contra o aumento das passagens no Rio, em janeiro de 2015.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">As transmiss&otilde;es ao vivo na internet<\/strong><\/h2>\n<p>O ano de 2013 tamb&eacute;m trouxe ao Brasil uma forma in&eacute;dita de reportar um grande acontecimento. Os pr&oacute;prios manifestantes tornam-se rep&oacute;rteres, fotografando e filmando com seus celulares, gerando um farto material audiovisual que complementa e, eventualmente, at&eacute; desmente a vers&atilde;o da m&iacute;dia tradicional e das autoridades.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/s.psafe.com.br\/blog\/003_2015-02-04-18-29-06.jpg\" style=\"height:340px; width:770px\" \/><\/p>\n<p>O principal grupo a emergir deste momento foi a <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/midiaNINJA?fref=ts\">M&iacute;dia Ninja<\/a>. Mais do que uma refer&ecirc;ncia ao agente oriental, o nome &eacute; uma sigla que significa &ldquo;Narrativas Independentes, Jornalismo e A&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Foi justamente a a&ccedil;&atilde;o que deu o tom de sua cobertura e levantou o debate sobre a maneira como o jornalismo trata o ativismo.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">As transmiss&otilde;es s&atilde;o feitas em grande parte por celulares e dispositivos 3G e 4G, mais na base do improviso do que de um roteiro pr&eacute;-definido. Os ninjas divulgam seu conte&uacute;do pelas redes sociais e t&ecirc;m uma resposta do p&uacute;blico que supera em muito a intera&ccedil;&atilde;o vista em p&aacute;ginas de ve&iacute;culos da grande m&iacute;dia brasileira. Eles j&aacute; contam com mais de 300 mil curtidores no Facebook.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_VAcPLVzMSE\" style=\"line-height: 1.6em;\">Assista a um trecho de uma das transmiss&otilde;es da M&iacute;dia Ninja<\/a><span style=\"line-height:1.6em\">, no in&iacute;cio de 2014, e entenda os motivos da a&ccedil;&atilde;o citada nas transmiss&otilde;es, e o porqu&ecirc; de ela gerar tanto interesse.<\/span><\/p>\n<h2><strong style=\"line-height:1.6em\">Outros grupos fizeram transmiss&otilde;es ao vivo<\/strong><\/h2>\n<p>N&atilde;o apenas a M&iacute;dia Ninja, mas diversos outros movimentos colocaram ativistas\/rep&oacute;rteres nas ruas para fazer as transmiss&otilde;es ao vivo pela internet. Um dos mais conhecidos e que continua ativo &eacute; o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/coletivomariachi?fref=ts\">Coletivo Mariachi<\/a>, que se define como &ldquo;um coletivo de midiativistas&rdquo;. Eles seguem nas ruas, em 2015, cobrindo os protestos contra o aumento das passagens.<\/p>\n<p><span style=\"line-height:1.6em\">Al&eacute;m dele, p&aacute;ginas como &eacute; um <\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/indymedianetwork?fref=ts&amp;rf=109222082431029\" style=\"line-height: 1.6em;\">Centro de M&iacute;dia Independente<\/a><span style=\"line-height:1.6em\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/RioNaRua?fref=ts\" style=\"line-height: 1.6em;\">Rio na Rua<\/a><span style=\"line-height:1.6em\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MovimentoContraCorrupcao?fref=ts\" style=\"line-height: 1.6em;\">Movimento Contra Corrup&ccedil;&atilde;o<\/a><span style=\"line-height:1.6em\">, tamb&eacute;m transmitem os protestos seja por fotos ou por v&iacute;deos, com informa&ccedil;&otilde;es em tempo real.&nbsp;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como a internet mudou a vida pol\u00edtica do Brasil desde as passeatas de 2013<\/p>\n","protected":false},"author":114,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-5985","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mercado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5985","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/114"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5985"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5985\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5985"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5985"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psafe.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5985"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}