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Veja se você está na mira dos hackers

Veja se você está entre os alvos mais atacados por hackers e conheças as estatísticas mundiais.

De cada dez usuários de internet um está na mira dos hackers. Os dados são do primeiro quadrimestre de 2015 e apontam onde estão os principais alvos dos hackers nas plataformas digitais. A China e a Rússia lideram. Entre os países menos visados: França, Alemanha, Brasil, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Porém, mesmo que as chances de infecção sejam mais baixas nesses lugares, um em cada três usuários de PC destes últimos países se deparou com ameaças neste período. OMG!

Já para smartphones, Romênia, China e Malásia encabeçam a lista de usuários que mais se deparam com ameaças. O problema da China pode estar em ter a Google Play bloqueada, o que aumenta a chance de os chineses se tornarem vítimas de hackers ao baixar apps de lojas de terceiros, além do fato de os acessos de internet no mobile terem ultrapassado o acesso via PC nesse país.

Porcentagem de pessoas que se deparam com ameaças para PC:

Rússia – 41%

Espanha – 37%

Brasil e França – 34%

Alemanha – 29%

Estados Unidos e Grã-Bretanha – 28%

Percentagem de pessoas que se deparam com ameaças móveis:

Rússia – 21%

Espanha – 16%

Estados Unidos – 12%

Brasil – 10%

França e Reino Unido – 8%

Alemanha – 6%

Principais detecções e exploits

  1. Programas potencialmente indesejáveis ​​(PUPs) para Android.
  2. No caso dos PC’s: arquivos LNK, que visam enganar os usuários em usar atalhos maliciosos.
  3. Entre os exploits: Javascript e HTML, respectivamente podendo abrir portas para a execução remota de códigos nas versões do Internet Explorer 6 a 10 ou no Internet Explorer 10.
  4. Técnicas rotação de domínio, com novos domínios e subdomínios que redirecionam o tráfego, evitando detecção de listas negras.
  5. PC ransomware CryptoWall.
  6. CryptoWall 2.0 utilizando TOR.
  7. CryptoWall 3.0 que usa I2P (Project Invisible Internet): uma rede de anonimato menos conhecida para evitar bloqueios.
  8. Ransomware móvel Simplocker, que reapareceu em fevereiro 2015 usando criptografia assimétrica, o que torna impossível recuperar dados criptografados sem acessar o servidor C&C.
  9. E, claro, os já conhecidos problemas com falhas de segurança em hotspots de Wi-Fi público.