Você sabia que, em média, os brasileiros acessam 8 links maliciosos por segundo? Este é o dado apontado pelo dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital – em seu relatório sobre o último trimestre de 2017, divulgado recentemente. Mas afinal, quem são esses brasileiros? O que de fato acontece com essas pessoas quando elas acessam um link falso ou malicioso?
O início de tudo, na maioria dos casos, se dá a partir do recebimento de uma mensagem acompanhada de um link, que é enviada por algum amigo ou parente por meio de redes sociais, como WhatsApp e Facebook. Mas a pessoa que enviou fez isso propositalmente? A resposta é não!
Provavelmente, ela também recebeu a mensagem de uma outra pessoa, como uma espécie de corrente, exatamente como mostra a imagem abaixo:
Quando um hacker espalha um link na rede, o foco principal é atrair o máximo de usuários possível. Para ele, qualquer pessoa pode se tornar um alvo, não importa gênero, idade, profissão ou classe social.
Foi o que aconteceu com a Mariana (Gerente de Mídias Sociais), o Renato (Designer) e a Roseane (Fisioterapeuta). Cada um deles recebeu um link falso diferente, mas todos tinham algo em comum: a credibilidade dos amigos que enviaram as mensagens. Pensando nisso, convidamos essas pessoas para compartilharem suas histórias e contarem um pouco do que aconteceu com elas.
No caso do Renato, por exemplo, ele recebeu de uma amiga, uma mensagem com o link de um vídeo. Como ela era Produtora Audiovisual, Renato acreditou ser a divulgação de um projeto e clicou.
Ele topou compartilhar sua história com a gente para explicar o que aconteceu após clicar no link falso. Para ele, é imprescindível dividir esse tipo de situação com outras pessoas, para mostrar como funciona e o que elas precisam fazer para não passar pelo que ele passou. Confira!
E você, já passou por alguma situação como essa? Compartilhe com a gente a sua história!
Você pode contar o que aconteceu clicando aqui ou pode gravar um vídeo e postar nas redes sociais usando a #CompartilheSeguranca.
Para conferir outras histórias, como a da Mariana e da Roseane, basta acessar a página da PSafe no Facebook.
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