Sites que oferecem ao usuário a opção de importar seus dados pessoais via redes sociais como uma forma mais rápida para o preenchimento do seu primeiro cadastro não são novidade na internet.
Para esses sites foi uma excelente saída, pois eles costumavam perder muitos clientes que não tinham paciência de preencher grandes formulários deixando assim de concluir o processo. Mas para os clientes será que é um bom negócio?
Na opinião de especialistas e profissionais ligados ao mercado digital, trata-se de uma exposição indevida. “Essa função pode gerar um risco maior de exposição da privacidade. O usuário deve colocar na balança o que importa mais para ele naquele momento: a agilidade do processo ou a segurança e a privacidade dos seus dados pessoais”, diz Eduardo Borges, diretor no Brasil do AshleyMadison.com, maior portal de relacionamentos extraconjugais do mundo.
O consumidor deve sempre levar em consideração que as informações serão repassadas aos sites e se esse procedimento é realmente necessário. “No caso de um cadastro para a utilização de um aplicativo de fotos, não faz sentido solicitarem acesso aos seus amigos, por exemplo”, esclarece Eduardo Borges.
Lembre-se: a reputação e a credibilidade do site devem pesar na sua decisão de aceitar ou não a importação de seus dados via redes sociais.
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