No início do ano o cofundador do Tinder Justin Mateen deixou a empresa. Ele foi suspenso ao ser acusado de assédio sexual por uma ex-colega de trabalho, a vice-presidente de marketing Whitney Wolfe.
Consta no processo que o Justin chegou até a discriminar sexualmente Whitney ao sugerir que a mesma seria uma garota de programa na frente de toda a empresa. Mas agora parece que o cofundador, que ainda responde ao processo, deseja contra-atacar a empresa que ajudou a fundar e que foi expulso.
O desenvolvedor está a ponto de lançar o Bumble, app de namoro disponível para iOS.
Não se sabe muito ainda sobre o novo aplicativo, mas a sua página do Facebook afirma que a aplicação foge do que o mercado oferece atualmente, sendo uma alternativa que “promove uma comunidade segura e respeitosa sem caras assustadores” e que as pessoas coincidem, ou seja, obtém o Match por meio de opções que vão muito além das rasas encontradas em aplicativos concorrentes.
Por enquanto, só a fanpage está no ar. A maioria dos posts não passa de ações para divulgar o lançamento do aplicativo cujo logotipo lembra uma abelha.
Se o Bumble vai ou não chacoalhar o segmento e ameaçar a hegemonia do Tinder, só o tempo é capaz de dizer.
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