Chave secreta de dados. Método utilizado por empresas de segurança da informação para codificar (criptografar) mensagens ou arquivos para que seu conteúdo não possa ser facilmente acessado e compreendido por terceiros, apenas por quem possui a chave correta de criptografia capaz de desembaralhar os códigos e mostrar o seu real significado. É comumente empregado no setor de tecnologia para aprimorar a segurança de transações online e garantir privacidade a mensagens de texto e áudio trocadas por usuários de telefonia móvel, por exemplo.
Outros exemplos de emprego da criptografia são: preenchimento de dados pessoais, como endereço, número de telefone e número de cartão de crédito em sites de serviços, redes sociais ou venda de produtos.
A criptografia é um algoritmo que serve para ajudar a manter as informações seguras e não é novidade. Data de 1900 a.C., no Egito, e foi utilizada por um escrivão em hieróglifos fora do padrão em uma inscrição e disseminada em tempos de guerra para impedir a interceptação de mensagens pelos inimigos.
Ao longo do tempo, vem sendo aprimorada e teve sua eficiência questionada depois de denúncias de espionagem pela NSA, Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos. Porém, o delator do caso, Edward Snowden, defendeu o uso de encriptação como forma de dificultar a bisbilhotagem da agência, recomendando estendê-la a HDs e tornando-a obrigatória para empresas de atuação online, além de sugerir a instalação de plug-ins contra rastreamento no navegador de internet.
Contudo, estas atitudes transformam o cidadão em suspeito aos olhos da NSA, que vê nessa atitude, uma ação suspeita, segundo o próprio Snowden.
A mesma chave é utilizada para encriptar e decriptar a informação. Não é indicada para proteger informações de grande importância ou relevância.
Alguns exemplos: DES (Data Encryption Standard), IDEA (International Data Encryption Algorithm), RC (Ron’s Code ou Rivest Cipher) e Blowfish.
Utilização de um par de chaves, em que uma chave serve para encriptar a informação e a outra para decriptar, conhecida também como chaves públicas (usada para encriptar) e privadas (permite ao usuário decriptar os dados encriptados na chave pública).
Alguns exemplo: El Gamal e RSA (Rivest, Shamir e Adleman), a última muito utilizada por sites de compras e mensagens de e-mail.
As senhas de rede sem fio permitem navegação somente a quem informar a senha correta.
Alguns exemplos: WEP, WAP e WAP2, sendo a última utilizada por órgãos governamentais ao redor do mundo.
Comunicação por voz, mensagens SMS, redes sociais como Facebook, Twitter, Whatsapp e similares, serviços de e-mails, sites de compra, hotéis, companhias aéreas etc.
Recurso que permite armazenar informações criptografadas no disco rígido (HD) de quem é cliente Windows.
Seus principais recursos são:
– Simplicidade: basta marcar uma caixa de seleção em ‘Propriedades’ do arquivo ou pasta objeto de proteção.
– Controle: você pode escolher quem pode ler os arquivos.
– Praticidade: arquivos são criptografados quando são fechados e estão prontos para uso quando abertos por seus permissionários.
– Facilidade: caso opte por decriptar o arquivo ou pasta, apenas abra ‘Propriedades’ e desmarque a caixa de seleção.
Observação: não é compatível com todas as variações do Windows 7 e versões anteriores.
Ao ativar o recurso, você deverá sempre digitar o código PIN ou senha de criptografia para ter acesso ao celular Android, mesma senha de acesso ao telefone. Este recurso é indicado para usuários que possuem muitos dados relevantes salvos no telefone, já que o esquecimento da senha ocasionará a perda das informações criptografadas. MAS ATENÇÃO: ao ativar o serviço, você terá desempenho mais lento do aparelho, que será influenciado também pelo hardware do celular; e desativar a criptografia só é possível redefinindo as configurações padrão de fábrica do celular e, com isso, todos os dados serão apagados do telefone.
Caso mesmo assim você queira promover a encriptação do celular Android, faça o seguinte.
Crie uma senha de bloqueio PIN: vá a ‘Configurações’, ‘Segurança e Bloqueio de Tela’, ‘Bloqueio de Tela’, crie o PIN e, depois, clique em ‘Avançar’.
Acesse novamente a tela de ‘Configurações’ e escolha ‘Segurança e Bloqueio de Tela’, logo em seguida, ‘Modo de Criptografia’, marque ‘Algoritmos não validos permitidos’ e dê ‘OK’. Uma mensagem avisando sobre a reinicialização do celular irá aparecer.
Você será convidado a digitar o PIN, concordar com a advertência e, depois, deixar o telefone sozinho por um tempo. Dependendo do volume de dados e informações pode demorar de 1 hora a mais. Atenção mais uma vez: não interrompa o processo! Você poderá perder alguns ou todos os dados, caso faça isso.
O Android usa o comando dm-crypt, sistema de criptografia padrão no Kernel do Linux, mesma tecnologia utilizada por uma variedade de distribuições Linux.
É a única forma de conseguir sigilo sobre dados e informações trocadas por meios eletrônicos, tentando tornar-los ilegíveis.
A BlackBerry já foi considerada a empresa produtora dos aparelhos mais seguros do mundo, mas após as denúncias de espionagem da NSA sobre presidentes da Alemanha e Brasil, como exemplo, levantou a discussão de que o aperfeiçoamento da proteção a chefes de Estado precisaria ser melhorada. Conhecido com ObamaBerry, o Séctera Edge, fabricado pela C4 Systems, é considerado o celular mais seguro do mundo e está em poder de Barack Obama.
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